4 ferramentas importantes para gestores de e-commerce

Sempre comento sobre ferramentas que podem ajudar – e muito! – gestores de e-commerce. Todas elas podem otimizar o seu trabalho, fazer render o seu tempo, além de melhorar o seu dia a dia com a loja virtual.

1. Criação de Landing Pages

Uma das tarefas que mais consomem o tempo dos profissionais gestores de lojas virtuais é a criação de landing pages. Isso ocorre devido ao grande número de produtos, variações de modelos, promoções, dentre outras coisas.

Por isso, para otimizar o tempo, uma das ferramentas mais eficientes para gestores de e-commerce é o Unbounce. Contudo, existem outras ferramentas também como RD, o KlickPages, Lead Lovers, dentre muitas outras.

A essência é usar uma ferramenta de gestão de landing pages, para que as suas páginas, campanhas, hotsites e promoções sejam implementadas rapidamente. Por exemplo, durante a última Black Friday, pude constatar que vários clientes sofreram para implementar landing pages, sendo que, com essas ferramentas, o serviço poderia ter sido feito em questão de um dia ou até 4 horas.

2. Monitoramento de redes sociais

O Cyfe é uma das ferramentas para gestores de e-commerce mais agregadoras, pois com ela você consegue ter uma visão clara de tudo o que acontece dentro da sua loja virtual. Como por exemplo: tempo de atendimento, abandono de carrinho, número de visitantes, número de seguidores nas redes sociais, etc.

Ela conecta várias outras ferramentas e proporciona ao gestor um dashboard em tempo real com informações das redes sociais, Zendesk, Google AdWords, entre outros, proporcionando assim uma gestão rápida e intuitiva para tomadas de decisões eficientes e assertivas.

3. Acompanhamento do seu aplicativo nas App Stores

A Appannie é uma opção dentre as ferramentas para gestores de e-commerce que monitora o posicionamento do seu aplicativo nas principais app stores, como Google Play e Apple Store, de acordo com alguns termos. Por exemplo, se sua loja virtual vende artigos esportivos, logo, você pode pesquisar seu posicionamento de acordo com palavras como futebol, basquete, natação, etc. Assim, você consegue gerenciar se está crescendo ou caindo.

4- Ferramenta de mensuração

Quem tem uma loja online deve saber analisar todos os dados que você tem. Para isso, é imprescindível ter uma ferramenta para mensurar. A maioria das plataformas fornecem algumas estatísticas, mas ainda assim é preciso ter uma ferramenta que mostre quantos acessos a sua loja online teve, quantos acessos por canal e quebrar essas informações de forma que elas fiquem bem específicas.

Nesse caso, o mais indicado é utilizar o Google Analytics, que é uma ferramenta gratuita e bem detalhada. Com os dados coletados por meio do G.A você consegue saber quais canais mais convertem, qual caminho o seu lead está percorrendo, qual o ticket médio do seu produto e usar toda essa visão para melhorar a sua estratégia e os investimentos.
Fonte: E-commerce Brasil

Sobre a maxiPago!

Assim como você tem ferramentas para ajudar no dia a dia da divulgação do seu negócio é preciso ter quem cuide das suas vendas e processe seus pagamentos.

Você pode contar com a maxiPago! para processar os principais meios de pagamento, além de trazer soluções que vão ajudar a diminuir custo operacional e apresentar novas possibilidades de venda, como o envio de Ordens de Pagamento, com o checkout 2.0.

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As tendências do varejo para os próximos 5 anos

A mais longa e profunda recessão que se abateu sobre o País atingiu em cheio o varejo e mudou a forma de o brasileiro consumir. “Com a crise, parecia que o mundo ia acabar. Não acabou, mas se transformou”, disse Márcia Sola, diretora de Varejo e Shopping do Ibope Inteligência.

No início do mês, a especialista apresentou a uma plateia de empresários do setor de comércio e serviços um estudo sobre a perspectiva do varejo para os próximos cinco anos. Durante o 2º Simpósio de Varejo e Shopping, realizado pela Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop) em Punta Del Este, no Uruguai, Márcia apontou as cinco principais tendências de consumo que devem se consolidar no varejo até 2022. Algumas delas, já em curso, foram captadas por lojistas, que estão se adaptando às mudanças para conquistar novos mercados (veja exemplos abaixo).

Na opinião do presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, grande parte dos lojistas não captou essas tendências porque, nos últimos tempos, esteve ocupada em enfrentar os desafios do dia a dia. Com dois anos seguidos de crise e queda nas vendas, Sahyoun explicou que os empresários do setor – sobretudo os pequenos, que são a maioria nos shoppings – tiveram de correr atrás de capital de giro para fechar as contas do mês.

Em função dessa conjuntura complicada, os investimentos em novos segmentos foram deixados de lado pela maioria dos pequenos lojistas. No entanto, o presidente da Alshop acredita que há um potencial de mercado escondido nas tendências apontadas pelo estudo.

“A crise mudou o comportamento do brasileiro na hora de ir às compras”, observou a diretora do Ibope Inteligência, apontando para o avanço do consumo de produtos reciclados ou usados. Quando a economia ia bem, lembrou a especialista, o consumo estava relacionado com artigos novos. Com a crise, o produto reciclado com cara de novo vem ganhando a cena, destacou. Enquanto o volume de vendas de mercadorias novas caiu 6,1% no ano passado, a maior retração da série iniciada em 2001, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vários sites e lojas físicas de produtos de segunda mão cresceram na faixa de dois dígitos.

Além do aperto no bolso, a venda de itens reciclados foi impulsionada por uma nova visão de mundo, isto é, de um consumo mais consciente. “Reciclar é uma tendência que veio para ficar”, disse Márcia.

Mais de 60. A segunda tendência identificada foi o avanço de consumidores com mais de 60 anos. Em 1997, essa faixa etária reunia 13 milhões de pessoas. Neste ano, 26 milhões; em cinco anos, serão 32 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, segundo a especialista.

Esse público já representa 14% da população, detém 22% da renda e é a faixa etária que mais vai crescer nos próximos 20 anos. “O varejo trata mal esse consumidor, que tem dinheiro e tempo para gastá-lo”, observou Márcia. Como até hoje o comércio e a indústria estiveram voltados para o público jovem, salvo raras exceções, não existem produtos adequados para os que têm mais de 60 anos. “Eles querem mais do que planos de saúde e cruzeiros de navio, querem ser desafiados.”

No polo oposto, a diretora do Ibope Inteligência ressaltou o avanço do mercado infantil como outra tendência ainda pouco explorada no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, um terço das vendas da Target, a maior rede de lojas de departamento do país, é de itens para crianças.

Diferentemente do passado, as crianças são hoje o centro das famílias. “Elas influenciam a decisão de compra dos pais”, afirmou Márcia. Parte dessa mudança, segundo ela, se deve ao fato de o pai e a mãe trabalharem muitas horas por dia e se sentirem culpados pela ausência.

Nicho. Uma tendência importante identificada pelo estudo são os nichos de mercado. Hoje, por exemplo, mais da metade dos brasileiros (53%) está acima do peso e 18% são considerados obesos – o que significa um universo 34 milhões de pessoas. “O varejo não faz provavelmente nada com essa informação”, alertou a especialista. Por falta de produtos feitos sob medida para esses consumidores, muitos preferem comprar em sites internacionais. “O futuro é o mercado de nicho, o varejo especializado. O consumidor não quer nada adaptado.”

A quinta tendência revelada pelo estudo – o bom atendimento – pode parecer óbvia, mas não é para muitos varejistas. Com o avanço do comércio eletrônico e das redes sociais, quando o consumidor vai a uma loja física, ele já tem muitas informações sobre o produto que deseja comprar. Por conta disso, espera algo a mais, isto é, ter uma boa experiência de compra. “O vendedor é o embaixador da marca e poucos lojistas estão preparados”, finalizou a especialista.

 

Fonte: Mercado e Consumo

Lucro x prejuízo nos grandes e-commerces

Vamos tratar sobre um grande “tabu” que envolve o e-commerce brasileiro. Não é de hoje que volta e meia nos deparamos com notícias sobre o prejuízo nas grandes operações de e-commerce nacional.

As notícias assustam, deixando receosos os pequenos e médios empresários que imaginam a entrada no e-commerce como uma grande oportunidade para aumentar dos rendimentos de suas empresas.

Falando em números de 2016, a expectativa de crescimento do e-commerce era de 8%, e esse número chegou a 7,4%, atingindo 48 milhões de consumidores que compraram no comércio eletrônico pelo menos uma vez.

Por que as grandes empresas estão no vermelho?

Mas se o e-commerce cresce tanto, por que as grandes empresas estão no vermelho? Vamos voltar um pouquinho para uma notícia de 2014. No primeiro semestre deste ano, o Ebitda da Dafiti estava em R$ 100,2 milhões negativos.

Isso não foi motivo para preocupação, ao menos no discurso dos líderes da empresa, que enxergam a internet como um mercado pequeno para o varejo de moda no Brasil. O grande objetivo da marca é o alcance de Market Share.

Outro exemplo, ainda na moda, é a Netshoes. Apesar de saltos expressivos de receita e de já ter atraído mais de R$ 600 milhões de fundos de investimento, a empresa, fundada em 2000 e uma das pioneiras do varejo virtual no país, nunca deu lucro.

Nesse cenário, uma questão vem à tona: até onde vai o fôlego da Netshoes? “Ninguém aqui quer construir uma empresa que não pára em pé”, diz o fundador e CEO, Márcio Kumruian. “Uma companhia só é reconhecida quando consegue provar que se tornou sustentável”.

Estratégias das grandes empresas

“A empresa tem um caminho sustentável e um time muito capaz para executá-lo.” disse Nicolas Szekasy, sócio-diretor da Kaszek Ventures (que investiu em lojas como Netshoes e Beleza na Web), reforça que a velocidade está de acordo com os planos traçados pelos fundos envolvidos.

“Todos têm a consciência de que o e-commerce tem um tempo diferente”, diz. “A companhia tem um negócio principal muito sólido, capaz de financiar a criação de ativos fortes e rentáveis num futuro bem próximo.”

Não é à toa que em ambas as empresas já se enxergam novos negócios e novas marcas. Como a Zattini na Netshoes, e o marketplace da Dafiti, muitas marcas próprias que com uma margem maior, vem no objetivo de utilizar essa enorme fatia de mercado que as empresas criaram nos últimos anos, para a partir disto virar o jogo no lucro.

Conquistando seu lugar no mercado

Mas já existe no cenário das grandes empresas quem está conseguindo reverter esse prejuízo e ainda continuar conquistando uma grande fatia de mercado. A Magazine Luiza aumentou as vendas em 8,3% no ano passado, com destaque para o canal de e-commerce.

O canal digital da companhia apresentou crescimento de 32,2% em 2016, contra um aumento de 9,8% registrado em 2015. No quarto trimestre, as vendas do e-commerce atingiram um recorde de 26,3% nas vendas totais da empresa, por crescer 41,4% no último período do ano. Segundo a empresa, o porcentual é o maior já registrado.

Esse crescimento deve-se ao aumento do tráfego e das vendas dos canais mobile, principalmente do app, que já conta com 4,5 milhões de downloads; aumento das vendas nos mercados atendidos pelos 9 Centros de Distribuição regionais, já totalmente integrados desde 2014; aumento da conversão reflexo da ampliação da utilização do sistema proprietário de recomendação; do crescimento da venda de novos canais e da Black Friday.

Outra que também teve lucros significativos foi a Saraiva, onde um dos destaques do primeiro trimestre de 2016 foi o crescimento de 10% nas receitas brutas do e-commerce em comparação ao mesmo período no ano anterior.

A participação no total de receita bruta das operações do site, em relação ao total das operações varejistas do grupo ficou em 32% no primeiro trimestre de 2016. No mesmo período no ano anterior, essa relação era de 29%.

As vendas líquidas obtidas nesse canal somaram R$ 158 milhões no período, crescimento de 2,9% em comparação ao mesmo período de 2015.

Modelos de negócios diferentes

Em resumo, temos que entender o modelo de negócio e objetivos de cada companhia, fica evidente que algumas delas não têm se importado com o prejuízo visando o alcance de uma fatia de mercado maior e um impulsionamento no mercado.

Lembrando que se esse não é o objetivo da sua empresa, o e-commerce é sim um negócio rentável e já temos exemplos de que fechar o ano no azul é trabalhoso, mas possível se esse for o foco da sua companhia.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/lucro-x-prejuizo-nos-grandes-e-commerces

Republicado com autorização do autor. Originalmente publicado em: https://www.souhibrido.com.br/lucro-prejuizo-nos-grandes-ecommerces

 

A maxiPago! é o gateway de pagamentos da Rede – empresa do conglomerado Itaú Unibanco. Com a maxiPago! você passa a ter em uma única integração acesso ao:

– Gateway de Pagamentos
– Gateway de Ferramentas Antifraude
– Gateway de Ferramentas de Conciliação

Além de ser multiadquirente e contar com uma capacidade de processamento de mais de 5 mil transações por segundo, a maxiPago! oferece as funcionalidades abaixo:

 

  • Boleto – com os bancos: Itaú, Citi, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil, Caixa e Santander;
  • Boleto Registrado: com o banco Itaú;
  • Cancelamento / Estorno On-line;
  • Cobrança recorrente flexível;
  • Envio de cobrança por e-mail e pagamento utilizando estrutura PCI da maxiPago!;
  • Inclusão gratuita de blacklist através do Portal do Cliente;
  • Pagamento estilo “one click buy”;
  • Pagamentos autenticados pelo emissor (3DS – cartão de débito e crédito);
  • Pagamento com dois cartões;
  • Pagamentos com moedas estrangeiras;
  • Portal do Cliente (dashboard) com as principais funcionalidades do nosso gateway disponíveis.

Você tem acesso a tudo isso e muito mais, pagando apenas centavos por transação.

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Vendas no varejo caem 2,3% mas e-commerce tem crescimento recorde de 26,7%, diz Mastercard

Embora as vendas totais do varejo continuem a cair, há alguns sinais de melhora desde o início do ano, de acordo com o SpendingPulse, indicador de varejo da Mastercard – lideradas por um “boom” no e-commerce.

O relatório afirma que as vendas totais no varejo, exceto automóveis, materiais de construção e restaurantes, encolheram 2,3% em janeiro, em comparação ao mesmo período de 2016. Mesmo assim, houve alguns sinais de que os gastos estão aumentando: as vendas caíram 2,8% nos últimos três meses em relação ao mesmo período do ano passado, acima da queda de 4,6% ano a ano, registrada no quarto trimestre de 2016.

Sobre o desempenho das regiões brasileiras, o Sudeste (1,3%) teve desempenho acima da média, enquanto Norte(–3,3%), Nordeste (–4,0%), Sul (–4,5%) e Centro-Oeste (3,3%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Enquanto as vendas totais ainda encontram um ambiente instável, o e-commerce não só continua a se destacar como também registrou o mais expressivo crescimento desde fevereiro de 2014, expandindo 26,7% em comparação a fevereiro do ano passado, sendo este o oitavo mês consecutivo de ganhos no setor. Considerando os últimos três meses, as vendas do canal cresceram 19,3% comparadas ao ano passado, e acima dos indicadores do quarto trimestre de 2016.

Em fevereiro, cinco setores tiveram desempenho acima da média nas vendas totais: supermercados, produtos farmacêuticos, materiais de construção, combustíveis e artigos de uso pessoal e doméstico. Por outro lado, móveis e eletrônicos, vestuário e também restaurantes, o mais recente setor incluso no indicador, ficaram atrás das vendas totais. Entre os setores de vendas online, eletrônicos e móveis tiveram forte desempenho, enquanto vestuário, hobbies & livraria e produtos farmacêuticos ficaram abaixo do crescimento do e-commerce.

“O ambiente econômico permanece desafiador, mostrando um panorama de desemprego crescente o que, consequentemente, impacta negativamente a massa salarial. Mesmo com esse cenário, é importante pontuar que a confiança do consumidor teve um importante crescimento em fevereiro, comparada a janeiro de 2017”, afirma Kamalesh Rao, Diretor de Pesquisa Econômica da Mastercard Advisors. “Nesse cenário, há a probabilidade de haver uma retomada gradual do varejo durante os próximos meses”, acrescenta Rao.

Fonte: E-commerce Brasil

A maxiPago!, o gateway de pagamentos da Rede, apresenta soluções que atendem os mais diversos segmentos. Além de oferecer ferramentas que possibilitam mais segurança nas vendas aos lojistas e clientes, como transações via 3DS, para cartões de débito e crédito.

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7 tendências do varejo on-line que você ainda pode aplicar em 2017

Com a alta, é natural que novos empreendedores sintam-se atraídos por esse mercado e decidam abrir um negócio online, acirrando ainda mais a concorrência entre as lojas virtuais já existentes.

Neste cenário, para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo digital como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e que ofereçam rentabilidade aos varejistas.

Abaixo, listamos sete tendências para o lojista continuar no páreo em 2017:

Compras on-line serão o novo status quo

À medida que o varejo começa a perceber que os clientes dão preferência à conveniência e à comodidade oferecidas pelas compras online, as lojas virtuais trabalham no sentido de individualizar cada vez mais a experiência de compra, com a oferta de produtos relevantes, promoções exclusivas e o atendimento em tempo real.

Análises serão em tempo real

Este tipo de mensuração fornece uma visão aprofundada e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente. Liderando as mudanças, há softwares como o Kissmetrics, Mixpanel e Hubspot, que permitem rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os de suas origens até o resultado final. Essas informações devem ser usadas para melhor entender o comportamento de compra dos clientes e realizar as alterações necessárias para aumentar conversões.

Atendimento ao clientes será em live action

Quanto mais engajados estiverem os consumidores, maiores as chances de realizarem uma compra.

Para isso, existem diversas interações que podem ser realizadas ao vivo, como citar nominalmente os clientes no blog, responder perguntas por meio de vídeos ou postagens no blog, atualizá-los por e-mail, newsletter ou redes sociais, postar conteúdos relevantes com frequência, otimizar interação na loja e enviar ofertas especiais aos clientes mais fiéis.

Softwares de atendimento, como o Zendesk, possibilitam uma interação ativa, por meio de perguntas e respostas em tempo real, em diversos canais, como chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas e SMS, inclusive durante o processo de compra, para auxiliar os consumidores não acostumados ou inseguros.

O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras online. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente.

Os dispositivos servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, em que o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Todo varejista deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.

Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Ferramentas como a Soldsie permitem obter valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando o lojista a melhorar seu ROI.

Já a Curalate possibilita a medição das vendas originadas das plataformas mais visuais, como o Instagram e Pinterest, com algoritmos que identificam imagens e quantificam a presença da empresa nessas redes, além de comparar o desempenho perante a concorrência e descobrir usuários mais ativos.

Entregas no mesmo dia devem estabelecer um novo padrão

Muitos varejistas já perceberam que boa parcela dos consumidores gosta de receber o item rapidamente, ainda que eles paguem mais por isso.

Entretanto, antes de oferecer esta opção, é essencial analisar o público-alvo, suas demandas e a atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, deve ser considerada uma opção em longo prazo.

Small Data será tendência estratégica 

Se a aplicação de Big Data já está consolidada ao contribuir para melhorias na comercialização e na comunicação com clientes on-line de maneira quantitativa, por meio da coleta de dados em larga escala, o conceito de Small Data ganha mais espaço para se concentrar nos pequenos detalhes.

É como um garimpo minucioso das informações geradas por meio de Big Data para captar percepções dos clientes, entender como pensam e suas motivações intrínsecas. O foco é qualitativo e visa a obter insights inéditos e exclusivos.

Tudo isso deve ser levado em consideração para estar sempre à altura de clientes, cada vez mais bem informados e exigentes.

Ao lado dessas tendências, é importante lembrar que a única constância em tecnologia é a mudança e, nesse cenário, contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça recursos para uma gestão completa e integração em diferentes marketplaces torna-se essencial para enfrentar os próximos desafios.

Fonte: E-commerce Brasil

 

A maxiPago! está pronta para ajudar seu estabelecimento, oferecendo diversas funcionalidades que vão ajudar a agilizar seus processos, de maneira eficiente, com redução de custos.

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Como economizar e ganhar ainda mais dinheiro usando pontos de retirada

Você já ouviu falar dos “pontos de retirada”? Também conhecido como parcel shop, o ponto de retirada é uma inovação na logística dos e-commerces que está sendo muito utilizada nos Estados Unidos e na Europa.

O ponto de retirada funciona da seguinte maneira: em vez de o consumidor receber as suas compras em casa (precisando lidar com prédios sem porteiros, ou então residências que ficam completamente vazias durante o horário comercial), ele pode buscar as suas encomendas em algum estabelecimento comercial próximo do seu endereço, que se responsabiliza por receber os seus pacotes.

Esses estabelecimentos comerciais são estrategicamente escolhidos, tanto pelas suas localizações quanto pelos produtos que oferecem. Com os pontos de retirada, uma pessoa que deseja comprar uma camisa pela internet — mas que não tem ninguém para receber o seu pacote — pode retirar o seu produto em uma lavanderia de confiança perto do seu trajeto do escritório para a casa, por exemplo!

Os pontos de retirada trazem benefícios para todas as pessoas envolvidas no processo de entrega da encomenda.

  • Benefício do parcel shop para o consumidor

Ao optar por retirar os seus produtos em um estabelecimento comercial próximo do seu endereço, o consumidor acaba garantindo um frete muito mais barato nos e-commerces! Além disso, não precisa mais se preocupar com a falta de alguém para receber o produto em casa.

  • Benefício do parcel shop para o dono do estabelecimento

Ao se tornar um ponto de retirada, o estabelecimento acaba ganhando mais movimento por consequência!

  • Benefício do parcel shop para o dono do e-commerce

Os donos de e-commerce podem não apenas economizar, mas ganhar ainda mais dinheiro usando pontos de retirada. Nos tópicos a seguir, você confere alguns dos muitos benefícios que trabalhar com esse sistema podem trazer para o seu negócio. Olha só:

1- Ao oferecer pontos de retirada, você aumenta a sua taxa de conversão

Sabia que 55% dos seus clientes abandonam o carrinho após calcular o frete? Você não quer perder todo o investimento que teve para atrair os consumidores (propaganda, anúncios no Google e redes sociais, tempo do seu time de marketing, etc.) no último momento da compra, né?!

Oferecer uma opção de frete mais barata acaba sendo muito mais vantajoso financeiramente para o dono do e-commerce do que gastar ainda mais dinheiro atraindo novos clientes para o site (que, no final das contas, também vão se assustar se o valor da entrega for alto).

2- Com os pontos de retirada, você sai na frente dos seus concorrentes

Você estava pensando em criar alguma estratégia para sair na frente dos seus concorrentes? Ao oferecer os pontos de retirada você não precisa gastar dinheiro em determinadas campanhas de posicionamento! Isso porque ter um frete mais em conta já é um um fator que influencia na hora do seu potencial consumidor escolher entre você e o seu concorrente.

3- Economia de tempo

Tempo é dinheiro quando estamos falando de e-commerce! Ao adotar uma boa ferramenta de pontos de retirada (como a Send4, por exemplo), você não precisa desperdiçar o seu tempo se preocupando em checar se as suas entregas foram feitas, se tudo ocorreu bem com o transporte do seu produto, etc. Isso porque a nossa ferramenta conta com uma automatização de status do pedido.

4- Três vezes mais vendas

Muitas pessoas acabam deixando de comprar online pelo possível estresse que vão enfrentar ao receber as encomendas (prédios sem porteiros ou então pessoas que moram sozinhas em casas e trabalham fora, por exemplo). Ao oferecer pontos de retirada no seu e-commerce, você aumenta as opções para o seu cliente e esse resultado acaba se convertendo em três vezes mais vendas.

5- Ticket médio mais alto

O problema aí de cima (falta de alguém para receber as encomendas) também faz com que muita gente deixe de comprar produtos com valor mais alto, pelo medo de as encomendas serem extraviadas no meio do caminho. Com a opção de pontos de retirada, o seu ticket médio pode aumentar em até 11%.

6- Mídia espontânea com clientes satisfeitos

Se os seus consumidores tiverem uma experiência positiva com o seu e-commerce, é muito provável que eles indiquem a sua loja para conhecidos, gerando uma propaganda gratuita com o seu negócio. Ao oferecer a opção de pontos de retirada — que garante um frete mais em conta para o cliente — as chances de você se tornar um queridinho é muito maior!

Fonte: E-commerce Brasil

A maxiPago! oferece diversas opções para ajudar suas vendas. O checkout 2.0, por exemplo, possibilita que você emita uma Ordem de Pagamento ao seu cliente, dessa forma, você não precisa ter uma estrutura de e-commerce para vender seus produtos ou serviços.

Você usa a estrutura da maxiPago!, sem nenhum custo adicional (apenas centavos por transação) e o seu cliente realiza pagamentos dentro de um ambiente PCI, totalmente seguro.

Conheça mais das nossas funcionalidades acessando nosso site.

Pagamentos com cartões podem crescer mais rápido do que previsto

A Abecs prevê que as transações de cartões de créditos sozinhas devem crescer 4,4% este ano

São Paulo  – As transações com cartões de crédito e débito no Brasil podem crescer mais do que o inicialmente previsto neste ano, estimou o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs) nesta terça-feira.

Em dezembro, a Abecs estimou expansão de 6,5 por cento nos pagamentos com cartões e o presidente da associação, Fernando Chacon, disse a jornalistas nesta terça-feira que a estimativa “poderia ser revista para cima” devido a uma evolução das perspectivas econômicas.

A Abecs prevê que as transações de cartões de créditos sozinhas devem crescer 4,4 por cento este ano.

Fonte: Exame

A maxiPago! está preparada para receber seus pagamentos com as principais bandeiras do mercado. Além disso, com a mP! você tem acesso a diversas funcionalidades que permitem turbinar as vendas por cartão de crédito:

    • Pagamento Recorrente – Assinatura:
      • Regras customizáveis;
      • Retentativas automáticas;
      • Aviso de cartões a vencer e renovação automática.

 

    • Tokenização / Compra com 1 clique:
      • Aumenta a conversão das vendas;
      • Mais segurança nas transações;
      • Propriedade dos tokens.

 

  • Transações 3DS – Transações autenticadas pelo emissor:
    • Permite compras com cartão de crédito e débito;
    • Mais segurança para todas as transações;
    • Chargeback de responsabilidade do emissor.

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Vendas online no mundo cresceram 15% em Fevereiro

As vendas online cresceram 15% em Fevereiro, comparadas com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a última pesquisa da IMRG.

O cenário continuou o impulso do último Fevereiro, quando as vendas cresceram 16%, de acordo com o Índice de Vendas de e-Retail da IMRG Capgemini.

As vendas via smartphones cresceram 57% em relação ao mesmo período, mas isso representou uma desaceleração em relação ao crescimento de 96% no ano anterior. Nos últimos anos, o comércio móvel tem impulsionado o crescimento das vendas no varejo, mas este é o terceiro mês consecutivo no qual a taxa de crescimento de vendas via smartphones tem caído aproximadamente pela metade. As vendas via tablets cresceram muito lentamente, cerca de 3,5%.

No entanto, a IMRG diz que o abrandamento do crescimento através de dispositivos móveis foi específico para os varejistas online. Para os varejistas multicanais, que vendem on-line e em lojas físicas, o crescimento das vendas por meio de dispositivos móveis aumentou ligeiramente.

Bhavesh Unadkat, principal consultor no projeto de engajamento de clientes de varejo da Capgemini [IRDX VCPG], afirmou: “Foi positivo ver uma sólida taxa de crescimento do varejo on-line em fevereiro de 2017, com uma forte taxa de crescimento de 16% em fevereiro de 2016. No entanto, houve um ligeiro declínio na taxa de crescimento deste mês, e que poderia ser atribuída a um choque na confiança dos consumidores desencadeada por preços mais elevados. Talvez não seja coincidência que a taxa de crescimento do Índice tenha caído ligeiramente em face de uma taxa de inflação mais alta, que foi de mais de 1,5% em janeiro de 2017, em comparação com 0,3% em janeiro de 2016.

“Embora existam alguns sinais de alerta para a indústria de varejo – como vendas feitas em smartphones caindo mês a mês, por exemplo – estas são as tendências que vimos ecoar nos anos anteriores. Tradicionalmente janeiro e fevereiro são meses mais lentos para as compras feitas em smartphones, e vendas online no geral.”

Como as vendas online cresceram no mundo todo, o tíquete médio também cresceu. O índice mensal esteve mais alto por sete anos. Os varejistas multicanais, principalmente, se beneficiaram com os tíquetes médios acima de £ 20 comparados a um ano mais adiantado.

Em todos os sectores, as vendas de eletrônicos aumentaram 1,5%. O valor médio da compra, no entanto, estava abaixo de £8 em relação ao ano anterior.

Justin Opie, diretor executivo da IMRG [IRDX VIMR], disse: “É encorajador ver o segundo mês de alta no tíquete médio em sete anos seguidos. Quando se trata de smartphones, porém, a desaceleração no crescimento das vendas parece ser bastante dramática. Dito isto, as taxas de crescimento do smartphone nos últimos dois anos foram muito altas, e isso não poderia continuar indefinidamente. A desaceleração é específica para os varejistas on-line – os varejistas multicanal estão se saindo melhor do que têm sido através do celular, com compras com valores muito maiores.

“Mesmo assim o índice permanece positivo, mas talvez com uma ou duas nuvens no horizonte. Os smartphones têm sido o motor do crescimento móvel,  ea desaceleração pode impactar o crescimento. E, é claro, a incerteza sempre presente da Brexit é grande em 2017, com a inflação subindo e o esperado iminente desencadeamento do Artigo 50 por vir “, disse Justin.

Fonte: E-commerce News (Internet Retailing)

Com a maxiPago! o seu estabelecimento conta com soluções exclusivas que possibilitam aumentar seu potencial de vendas. Além disso, você passa a contar com toda  estrutura de porte de adquirência para monitoramento de todos os processos do negócio. Dessa forma, 100% dos eventos são identificados e resolvidos.

Se você deseja receber pagamentos de outros países, a nossa solução multiMoeda! é perfeita para o seu negócio.

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7 dicas para aumentar o número de acessos na sua loja virtual

A cada ano o número de lojas virtuais criadas cresce significativamente, independente do ramo que elas atuam. Por isso, a concorrência entre elas está cada vez mais acirrada, principalmente porque os consumidores estão mais exigentes também.

Existem atualmente ferramentas e ações que são indispensáveis e que ajudam os empreendedores a aumentar o número de acessos nas lojas virtuais e alavancar suas vendas. Foi pensando em ajudar nesse processo que listei sete dicas para gerar mais visitas nos e-commerces:

1 – Mídias sociais: As redes sociais são de extrema importância para impulsionar e ajudar a divulgação de sua marca. É fundamental criar uma conta nas principais redes e posicionar o “seu nome” em canais distintos, desde que seu conteúdo seja relevante. Uma dica: quando for divulgar um produto, não se esqueça de compartilhar o link da sua loja nesses novos canais. Este processo ajuda a gerar tráfego.

É interessante postar uma combinação de textos e imagens com descrições, a fim de atrair o cliente e permitir que ele entenda todo o conteúdo, além de um vídeo demonstrativo para atrair os usuários. Os anúncios nas redes sociais podem ajudar a aumentar o número de visitas para a sua loja, por meio de uma base segmentada do Facebook, por exemplo.

2 – Blog: Para gerar tráfego para sua loja virtual é importante criar um blog, pois ele garante uma melhor interação com seus usuários e amplia o número de visitantes. E, a partir disso, é possível criar uma lista de potenciais clientes e ter a opção dos lojistas criarem campanhas personalizadas para esses contatos. Com isso, o custo de aquisição de um cliente pode ser mais baixo. O conteúdo que for compartilhado nas redes sociais vai se destacar nos mecanismos de busca. Com o seu funcionamento e postagens frequentes, o mesmo ganhará mais força, ajudando na expansão da marca para as outras corporações que atuam no mesmo segmento, a fim de ganhar mais visibilidade e conquistas. É muito importante que os empreendedores participem também de fóruns e escrevam conteúdos para sites externos de grande visibilidade para que as pessoas possam relacionar com o seu canal.

3 – Ads e anúncios pagos: Anúncio é um mecanismo fundamental e importante para aumentar o número de acessos nos e-commerce. Os mais comuns são Google Adwords e Facebook Ads, porém é importante ressaltar que existem outros canais que podem entregar bons resultados, como o Google Shopping, que tem se mostrado uma ferramenta útil para gerar tráfego qualificado para a sua loja. Além dessas citadas, outras mídias que vem ganhando relevância são os portais de afiliados que distribuem sua campanha para diversos canais alterativos.

4 – Campanhas de e-mail marketing: Para aumentar as visitas da loja virtual é importante investir em campanhas de e-mail marketing. O foco é que o público seja impactado da maneira correta. Por meio das campanhas, certamente, os usuários serão atraídos para o site estimulando a compra.

5 – Marketplace: Uma alternativa muito usada nos últimos tempos é a venda dos produtos em marketplaces. Porém, é fundamental traçar uma estratégia para isso, pois apesar de entregar visibilidade para a marca, tem o custo da comissão do marketplaces. Os principais são Mercado Livre, Buscapé, Walmart, CNova, B2W dentre outros de nicho.

6 – Otimização (SEO): O Search Engine Optimization (SEO) é o método que auxilia e permite que o seu site fique visível e em destaque nos principais mecanismos de busca, com o objetivo de melhorar a audiência, aumentar o tráfego e elevar as vendas. Mas, para isso, os lojistas precisam se preocupar com alguns pontos: compreenda as palavras-chaves que possibilitarão o aumento do volume das pesquisas das lojas virtuais; opte por termos de cauda longa (com três ou mais termos formando uma pequena frase para uma busca mais personalizada). Não tenha pressa para cadastrar os seus produtos, pois esse é o momento que vai fazer toda a diferença a médio e longo prazo na hora do cliente encontrar a sua loja.

7 – Concorrência: Uma dica muito importante é que as lojas virtuais observem os seus concorrentes. Por meio das informações contidas nos outros e-commerces é possível criar estratégias, além de oferecer serviços e produtos diferenciados. A maior parte das compras online são feitas depois que o consumidor faz pesquisas sobre o produto que quer adquirir nas outras lojas para comparar preços, facilidades de pagamento e prazo de entregas. Por isso, as lojas precisam oferecer inúmeras vantagens para o seu cliente como um diferencial.

Para finalizar, é importante que o empreendedor explore o mundo físico com ações em eventos, feiras e em mídias off-line. Pois, na maioria das vezes, o relacionamento que é criado com futuros clientes e parceiros nessas ocasiões pode gerar bons retornos.

Por fim, para elaborar e desenhar a melhor estratégia para a loja virtual é preciso responder algumas perguntas, como por exemplo: O que faz e quais as ferramentas utilizadas para atrair, nutrir, converter e reter seus clientes? Depois de responder essas questões é só organizar as respectivas respostas e realizar ótimos negócios.

Fonte: E-commerce News

Prepare seu e-commerce para o Boleto Registrado

A maxiPago! já está preparada para atender os estabelecimentos que vão utilizar o Boleto Registrado com o banco Itaú.*

Os donos de estabelecimento que hoje utilizam os boletos bancários (sem registro) como meio de pagamento, terão que se adequar ao novo modelo por uma exigência da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Confira o cronograma de datas abaixo:

Para você que é um cliente maxiPago! basta seguir o procedimento abaixo:
  • Solicite ao seu gerente do banco Itaú a liberação da Carteira 109;
  • Encaminhe um e-mail para nossa área de clientCare!: suporte@maxipago.com comunicando que a carteira já está liberada.
Pronto! Nossa área de clientCare! vai habilitar a opção em sua conta mP! e não será preciso realizar nenhuma outra mudança.

A Cobrança Registrada trará várias vantagens para o estabelecimento:

  • Haverá melhor gestão da carteira – será possível saber quem pagou e qual produto adquiriu;
  • Apresentará maior comodidade – pois permitirá o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atuação do boleto no site do banco emissor.

    As taxas de emissão do boleto registrado irão variar de banco para banco, negocie com seu gerente.

Confira o artigo completo divulgado pela Febraban: https://goo.gl/iAC2LQ


Se você ainda não é um cliente maxiPago!
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Entre em contato com nossa área comercial e peça um orçamento. Temos planos que atendem todos os tipos de estabelecimentos:

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Telefone: (11) 2121-8524
E-mail: comercial@maxipago.com

*Em breve novos bancos disponíveis.