Sortimento de produtos em marketplaces: Lojistas precisam se preparar para a Black Friday

Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro. E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

Fonte: E-commerce News

 

Nova Plataforma de Cobrança incluirá boletos abaixo de R$ 2 mil a partir de 2018

A Nova Plataforma de Cobrança, sistema criado para aumentar a segurança e a comodidade no pagamento de boletos bancários, estenderá até o fim deste ano sua segunda etapa de implementação, que incorporou todos os pagamentos com boletos em valores iguais ou superiores a R$ 2 mil. A partir do ano que vem, passará a validar, também, boletos com valores abaixo de R$ 2 mil, que, além de ganhar maiores garantias contra fraudes, poderão ser pagos em qualquer banco após o vencimento.

Uma das vantagens adicionais do novo sistema, que garante o registro de todos os boletos e o compartilhamento de informações sobre emissores e pagadores pelos bancos, é a eliminação do risco de pagamento em duplicidade: quando um boleto é apresentado em algum banco, o sistema informa se ele já tiver sido pago, evitando novo pagamento por engano. O novo sistema reduz inconsistências de dados e permite a identificação do emissor e do pagador do boleto, facilitando o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário.

Em operação desde julho, quando passou a processar boletos acima de R$ 50 mil, a Nova Plataforma de Cobrança foi criada pela FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos e pelas instituições financeiras, e passou a incorporar todos os pagamentos iguais ou superiores a R$ 2 mil desde setembro. Alcançou, com isso, 3,7% dos boletos emitidos no País.

Em função do volume elevado de documentos que irão trafegar pelo novo sistema – cerca de 4 bilhões de boletos por ano, montante comparável à capacidade das grandes processadoras de cartões de crédito do mundo – o setor bancário decidiu rever o cronograma original, que previa a inclusão de todos os boletos na Nova Plataforma de Cobrança já a partir de dezembro.

Para garantir a comodidade dos clientes e a segurança do novo sistema, as próximas etapas do cronograma de implementação da Nova Plataforma de Cobrança foi reprogramada para o começo de 2018.

“A Nova Plataforma de Cobrança traz benefícios para o consumidor e para a sociedade, como maior segurança, facilidade no pagamento de boletos vencidos, além de evitar o envio de boletos não autorizados”, afirma Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da FEBRABAN. “Por esse motivo, a implementação precisa ser feita da maneira mais gradual e cuidadosa possível, garantindo o pleno funcionamento dessa importante ferramenta”.

A Nova Plataforma de Cobrança é um projeto que nasceu há aproximadamente três anos. Com o apoio de todos os recursos de tecnologia de ponta do setor bancário brasileiro, ela moderniza o sistema de cobrança existente no País há mais de 20 anos.

Fonte: Febraban

A maxiPago! já está preparada para operar os boletos registrados do Banco Itaú e em breve atenderá também demais bancos como: Bradesco, Santander, etc.

Para conhecer mais as soluções que a maxiPago! oferece, acesse: www.maxipago.com

A importância das avaliações de produtos no e-commerce

O mercado de ecommerce cresce constantemente no Brasil e a expectativa é que alcance a marca dos R$ 59,9 bilhões este ano de acordo com a ABComm. A cada dia a necessidade de engajamento entre o consumidor com a loja virtual aumenta, então como aproveitar o crescimento do ecommerce, ainda que pequeno, atrelado à necessidade de engajamento para vender mais?

As avaliações de produto vão muito além dos comentários deixados na página de produtos, elas geram conteúdo relevante para a loja e insights valiosos para o lojista, que por sua vez acaba conhecendo melhor seu público e encontrando novas estratégias para aproximá-lo.

A grande desvantagem do comércio eletrônico em relação às lojas físicas é não oferecer a possibilidade dos consumidores estarem frente a frente do produto, o que impede os clientes mais desconfiados de comprarem online, entretanto as reviews de produtos feitas pelos compradores podem acabar com essa desvantagem, favorecendo a comodidade de comprar sem ter que sair de onde está.

Pensando dessa maneira, podemos citar alguns pontos importantes sobre ter as avaliaçõesno seu ecommerce

Aumento das conversões

Com base nos dados coletados pelo estudo da vitrine virtual “UmSóLugar” (onde foi traçado um comparativo entre os e-consumidores europeus e brasileiros), o tempo que o consumidor brasileiro gasta para comprar produtos de categoria básica é maior se comparado ao europeu.

Enquanto na Alemanha o consumidor investe 5 horas para adquirir um produto, o brasileiro leva em torno de 10 horas entre o primeiro clique até a transação final.

Nessa jornada de compra, muitas pesquisas são feitas em sites de buscas para avaliar o melhor custo, os e-commerces mais confiáveis, e principalmente as avaliações de produtosfeitas por clientes que já compraram o produto.

Gerar confiança para os consumidores

Aproximadamente 75% dos consumidores são motivados pela experiência de compra de outros clientes, isso ocorre porque antes de comprar um produto queremos saber a opinião de quem já comprou, para sentir mais confiança em saber que estaremos adquirindo um produto que foi aprovado e recomendado por outras pessoas. A credibilidade que a loja passa é um dos fatores decisivos na hora da compra.

Engajamento

Os e-commerces já encontram soluções no mercado para aproximar os clientes de suas lojas, que auxiliam na identificação de possíveis falhas no processo de compra através de insights e compartilham as avaliações dos clientes com futuros clientes.

As avaliações de produtos vão além dos comentários e estrelinhas, os consumidores podem também publicar imagens do produto que compraram para compartilhar com outras pessoas e responder dúvidas de outros usuários com base na experiência que tiveram. 
É possível também avaliar o processo de compra do site, o atendimento recebido,  e o prazo da entrega.

Ter avaliações no ecommerce transmite credibilidade para sua loja e confiança para o seu consumidor, e consequentemente aumenta a taxa de conversão do site. Vale ressaltar que os principais buscadores, como o Google valoriza avaliações, pois elas geram conteúdo qualificado e relevante, que ajudam as lojas a terem um bom posicionamento ao serem procuradas nos mecanismos de busca.

E o seu ecommerce, já experimentou alguma dessas novas soluções disponíveis no mercado?

Fonte: E-commerce News

Entendendo a diferença entre conversões do Facebook x Google Analytics

Você está tendo problemas para analisar os dados do Facebook com o Google Analytics? Não tem certeza de como apresentar ambos os conjuntos de dados ao seu cliente? Como explicar as discrepâncias? Em quem confiar?

Se você está tentando avaliar anúncios pagos do Facebook, ou deseja informações mais profundas sobre campanhas do Facebook, este guia é para você.

Este guia vai lhe ajudar a entender melhor como cada um dos dados é alimentado e como pode lhe ajudar no entendimento de cada campanha executada e saber o que está dando certo.

Conversões pagas do Facebook

Quando se trata de rastreamento de conversões para anúncios do Facebook, postagens reforçadas e outros métodos de publicidade pagos, verifique se você está comparando maçãs com maçãs.

O Ad Manager / Pixel do Facebook e o Google Analytics usam dois métodos de rastreamento diferentes para reunir dados de desempenho, você deve estar ciente dessas diferenças e ajustar as configurações para que ambos os conjuntos de dados sejam o mais parecido possível.

Ao contrário do Google Analytics, o Facebook rastreia conversões indiretas “não-lineares”, o que significa que, se um usuário clicar no seu anúncio no Facebook e acessar seu site, sair do seu site, depois voltar no dia seguinte e fizer uma compra, o Facebook atribui essa conversão a ele mesmo.

O Google não. O Analytics rastreia apenas as conversões diretas do último clique – quando um usuário clica no seu anúncio no Facebook, visualiza seu site e converte logo depois, sem sair.

Você também precisa saber que o modelo de atribuição padrão do Facebook é diferente do Google. De acordo com a página oficial, os relatórios de conversão do Facebook usam uma janela padrão de 28 dias para conversões de clique e uma janela de um dia (24 horas) para conversões de visualização.

Ao monitorar de forma exclusiva conversões de exibição, o Facebook aceita uma conversão, mesmo que um usuário apenas veja seu anúncio sem clicar nele, então visita seu site e faz uma compra.

Além disso, o Facebook não diferencia os dois tipos de conversões. Os click-through e os view-throughs são combinados em um único ponto de dados para as conversões totais.

O rastreamento de conversão de visualização é algo que o Google não pode fazer pelo tráfego do Facebook no seu site. Em contraste, o Google Analytics registra esse tipo de conversão como uma conversão de fonte direta.

No que diz respeito ao Google, esse mesmo usuário digitou seu endereço da Web em seu navegador sem influência de outra fonte online. (Os parâmetros de rastreamento como os códigos UTM não vão te ajudar com esse problema).

O Google não faz ideia de que o usuário tenha visto seu anúncio no Facebook.

Finalmente, o Facebook rastreia conversões entre dispositivos (móvel, desktop,tablet, etc.) melhor do que o Google.

Isso ocorre, porque o Google instala um cookie de localização única para rastrear a atividade de um usuário em um único dispositivo, o Facebook rastreia a atividade usando seus perfis de usuário do Facebook (e o Pixel do Facebook no site).

O ponto de referência do Facebook para rastrear um único usuário é mais facilmente transferível em todos os dispositivos.

No final, quando um usuário clica no seu anúncio no Facebook, através de smartphone e visita seu site sem comprar, depois retorna digitando o endereço da web em seu navegador em um computador, enquanto está conectado ao Facebook, o Facebook informa que compra foi uma conversão no Facebook .

O Google informa isso como uma conversão de fonte direta. Mais uma vez, a Google não faz ideia de que o Facebook tenha participado da conversão.

Dicas

1: Esteja ciente de que o acompanhamento de conversão de exibição do Facebook pode não ser exato. Só porque o Facebook mostrou um usuário, seu anúncio não significa que o usuário realmente viu o anúncio antes de visitar seu site.

Talvez o usuário já soubesse do seu site e, coincidentemente, visitou-o sem influência, então fez uma compra. De qualquer forma, o Facebook tem crédito por essa conversão de exibição assumida

2: Remova as conversões de exibição 24 horas das configurações de atribuição do Facebook. Faça isso se quiser simplificar o rastreamento de conversões, e não se importe em excluir as conversões de visualização de seus dados (recomendado).

Depois de remover as visualizações, seus números totais de conversão de clique devem combinar melhor entre o Facebook e o Google Analytics.

Cliques do Facebook vs. Sessões do Google

Todos que fazem anúncios no Facebook, comentam ao comparar os dados do Facebook Insights ou do Gerenciador de anúncios com seus dados do Google Analytics. O número de cliques no seu site informado pelo Facebook não corresponde ao número de sessões referentes ao Facebook vistas no Google Analytics.

Tanto o Facebook Insights como o Facebook Ads Manager mostram quantas pessoas clicaram em um anúncio, publicação ou link de página.

O Google Analytics também mostra quantas pessoas acessaram o seu site pelo Facebook sob a forma de sessões e permitem que você detalhe a página de destino. No entanto, os cliques não são iguais às sessões.

Há três razões principais pelas quais você, provavelmente, verá essas discrepâncias entre os dados de clique do Facebook e do Google Analytics:

Se um usuário clicar em sua publicação no Facebook mais de uma vez em 30 minutos, o Google Analytics registra apenas uma única sessão. Neste caso, dois cliques do Facebook são iguais a uma sessão no GA.

Se um usuário clicar em seu post no Facebook, visitar o seu site e ficar inativo por mais de 30 minutos (a sessão expirou) e, em seguida, voltar ao seu site após 30 minutos, o Google gravará duas sessões separadas. Ainda assim, o Facebook informa apenas o único clique. Nesse caso, um clique no Facebook é igual a duas sessões.

Quando um usuário clicar acidentalmente em sua postagem no Facebook e imediatamente clicar para sair da página de destino que ainda esta carregando, o Google Analytics talvez não tenha tempo suficiente para gravar a sessão.

Dicas:

Primeiro, certifique-se de que o seu site registra tantas sessões quanto possível garantindo que seu código de acompanhamento do Google Analytics seja colocado o mais próximo possível do código do site. Aconselhamos fortemente que você faça a instalação do Google Analytcs via Google Tag Manager.

Pode ver aqui também o vídeo de como fazer essa instalação:

Além disso, inclua as métricas de clique e sessão em seus relatórios para obter uma compreensão mais precisa de como os usuários se envolvem com seu site depois de clicar no Facebook. Ao comparar os cliques relatados pelo Facebook com as sessões de referência do Facebook com o Google Analytics, você pode avaliar se os cliques que você vê no Facebook são valiosos ou não.

Vá além disso, verificando a duração média da sessão e as métricas da página por sessão no Google Analytics (em Aquisição> Social> Referências de Rede> Facebook).

Os usuários estão gastando tempo no seu site assim que chegam do Facebook ou estão saindo imediatamente? Eles ficam na primeira página de destino ou continuam explorando mais páginas?

Criando um relatório integrado os dados do Facebook e do Google Analytics

A combinação de dados do Facebook e do Google Analytics em um relatório integrado do Facebook (manualmente ou através da automação de relatórios) é uma maneira infalível de cobrir todas as suas bases ao tomar decisões de estratégia e provar ao seu cliente que seu trabalho está produzindo resultados.

Para criar seu relatório integrado, siga estas quatro dicas simples:

  1. Escolha os KPIs / métricas corretas para informar com base nos objetivos do seu cliente e organize-os.
  2. Para métricas duplicadas (por exemplo, conversões totais informadas pelo Facebook e conversões totais informadas pelo GA), relate as duas métricas lado a lado, claramente identificadas como dados do Facebook e dados do Google.
  3. Inclua notas sobre as diferenças entre métricas semelhantes. Por exemplo, anote o tipo de conversões do Facebook que você está reportando (visualização e clique, ou apenas clique) e o tipo de conversões do Google (clique).
  4. Além de incluir notas em suas métricas, adicione comentários detalhados sobre o significado dos dados. Quais pontos de dados mostram sucesso? Qual ponto mostra uma melhoria? Existem certos pontos de dados que demonstram que seu trabalho foi efetivo? Aponte-os.

Finalmente, ao apresentar seu relatório do Facebook ao seu cliente, mantenha explicada as diferenças entre os dados do Google Analytics e os dados do Facebook, para que você possa ajudar seu cliente a ver a imagem analítica mais ampla.

Fonte: E-commerce Brasil

A maxiPago!, o PSP do grupo Itaú Unibanco, possui as melhores soluções em pagamentos para o seu negócio.

Com a maxiPago! você tem facilidades como:

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  • Transações 3DS;
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  • Split de Pagamento completo para marketplaces.

Além de várias outras funcionalidades.

Para saber mais sobre nossos serviços, acesse nosso site ou envie uma mensagem para: info@maxipago.com.

Dicas de como usar o pós-venda em e-commerce

Uma mina de ouro que nem todos os e-commerces exploram corretamente é o relacionamento pós-venda com os seus clientes.

Esse é um equívoco perigoso para as vendas e a imagem de uma empresa. Afinal, um cliente insatisfeito ou indiferente no pós-venda pode deixar de comprar na loja, migrar para a concorrência e, pior, falar mal da marca publicamente. Portanto, há prejuízos de qualquer maneira.

Além de manchar a imagem da empresa, não fidelizar o cliente pode aumentar os custos de aquisição da empresa. Como já vimos em nossos artigos de CAC e LTV a adoção de estratégias de manutenção são mais baratas do que as de aquisição, portanto, podem gerar maior rentabilidade para empresa.

Por isso, preparamos este texto para mostrar como o pós-venda pode ser utilizado em seu e-commerce. Você entenderá a posição dele no funil de vendas, seus benefícios e mais uma série de dicas para ter melhores resultados nessa fase. Confira a seguir!

O pós-venda e o funil de e-commerce

Se você já costuma trabalhar com o funil de vendas no seu e-commerce, é importante saber que o pós-venda atua diretamente no fundo no funil, que é a camada que concentra os clientes da sua loja.

A intenção é fazer esse público transitar entre os estágios de clientes e oportunidades de negócio. Afinal, não basta ter um comprador parado em sua base, é preciso estimular uma nova demanda para que ele volte a comprar em seu e-commerce.

Também pode-se dizer que o pós-venda faz o fundo do funil alimentar as camadas superiores. Com as estratégias certas, os seus clientes podem atrair o interesse de novos visitantes e leads em relação aos produtos da sua loja. Dessa maneira, o topo e o meio do funil seriam, indiretamente, encorpados pelas ações de pós-venda.

Benefícios do pós-venda para o e-commerce

A primeira vantagem tem a ver com os objetivos principais de um atendimento pós-venda: gerar recompras e indicações de novos clientes. Logo, há de se destacar um potencial aumento nas vendas se os clientes forem estimulados a cumprir essas metas.

A segunda vantagem tem a ver com a economia de custos. Reter um cliente e mantê-lo comprando em sua loja costumam exigir menos esforços financeiros do que correr atrás de um novo comprador.

Outro benefício que merece ser ressaltado é a melhoria na imagem da marca. Clientes extremamente satisfeitos se tornarão verdadeiros advogados e promotores da empresa. O marketing boca a boca positivo é consequência de um atendimento pós-venda bem-feito e memorável.

Vale salientar que a fidelização de clientes é um processo mais fácil de ser gerenciado. Afinal de contas, já se conhece o público com o qual sua loja está lidando, especialmente se houver um banco de dados com os cadastros e os históricos de compra dos seus consumidores — serviço que uma boa plataforma de e-commerce pode entregar.

No final, toda a adoção da estratégia de realizar o pós-venda com qualidade reflete diretamente na rentabilidade da loja. Vamos analisar um exemplo:

Custo de marketing em um determinado mês: R$ 10.000 reais

Pedidos realizados: 2.000

Custo para gerar um novo pedido: R$ 50 reais

Valor médio de um pedido: R$ 200

Nesse exemplo, vimos que um novo pedido de origem tradicional de aquisição de tráfego pago, possui custo de R$ 50 reais. Considerando que o valor médio do pedido é R$ 200, nos temos um CAC 25%.

Se um cliente vira um promotor da marca e faz um post no Facebook, seu custo foi zero. Se ele sai para conversar com um amigo e comenta sobre a experiência, seu custo foi zero. Se você faz uma ação de e-mail marketing com 12% de desconto, seu custo foi 50% mais baixo.

Portanto como vimos, a adoção de estratégias de recompra são fundamentais para a marca e para a vida financeira da empresa.

Como entregar uma boa experiência durante o pós-venda?

Realize entregas antecipadas

Entregar uma mercadoria dentro do prazo já é uma obrigação para qualquer loja virtual, certo?

No entanto, você pode começar a proporcionar uma boa experiência de pós-venda se essa entrega chegar bem antes do esperado. Por exemplo, se um frete de 10 dias é prometido, que tal agilizar o envio em 3 dias?

O cliente, provavelmente, seria surpreendido positivamente. Afinal, é natural que ele esperasse a entrega em 5, 6 ou 7 dias, mas não em 3.

Se você errou, se antecipe ao problema

Todos nós quando compramos em uma loja que não nos envia o produto no prazo, ficamos irritados. Mas o pior é quando somente uma ação é tomada quando ligamos para reclamar.

A Amazon por exemplo, ao perceber que não possui o item comprado em estoque ou vai demorar mais tempo do que o previsto, envia um e-mail ao cliente perguntando se ele quer cancelar e ser reembolsado 100% do valor, se ele quer um cupom de compras de 110% do valor ou se ele quer que seja enviado um produto similar ao que ele comprou.

A maioria dos clientes entende que uma empresa não é perfeita e valoriza quando ela se antecipa e principalmente da uma alternativa antes do problema acontecer.

Atualize os clientes sobre os dos pedidos

Enquanto o produto é enviado ao cliente, você pode mantê-lo informado sobre o caminho da entrega. O consumidor se sente mais seguro quando é alertado sobre todos os passos da remessa, desde a seleção no armazém até o aviso de que a transportadora entregará o pedido no dia.

Para isso funcionar direito, é importante contar com um bom serviço de logística. Rastreamento e boa comunicação sobre os transportes de produtos trazem mais controle para o lojista e para o consumidor.

Um processo que muitas vezes é esquecido é depois que o pedido saiu da loja e está com a transportadora. Obter retorno sobre o status do pedido detalhado na fase de entrega é fundamental para satisfação.

Todo segmento onde a compra gera grande expectativa no recebimento, como flores que em geral são presentes, devem buscar informar todos os passos do pedido depois que ele saiu da loja.

Assegure uma política clara e eficiente de trocas e devoluções

Eventualmente, poderão acontecer pequenas falhas durante a entrega dos produtos, como quebras e envios errados. Nesses casos, o cliente precisa ser bem orientado quanto aos passos para devolver ou trocar uma mercadoria.

Mais do que preparar aquelas páginas longas com a política de trocas e devoluções que poucos clientes leem, é importante preparar a sua equipe de atendimento para ajudar o público quando ele tiver problemas que necessitem da logística reversa.

Esse é um processo delicado, pois os clientes que solicitam uma troca ou uma devolução estão naturalmente insatisfeitos. Logo, quanto mais agilidade e menos burocracia tiver, melhor será a experiência para os consumidores.

Um exemplo real foi em uma grande loja de celulares que adotou um selo de garantia de troca em até 7 dias. Quando esse benefício foi explorado na comunicação da loja, a conversão aumentou em 18%. Vale lembrar que trocar o produto em 7 dias é uma obrigação por lei de toda empresa, a loja só tornou usou a lei a seu favor.

Personalize a comunicação e seja próximo dos seus compradores

Se a compra correu conforme o esperado e sem maiores problemas, que tal enviar uma mensagem de agradecimento para o cliente? Pode ser um SMS ou um e-mail personalizado, chamando o consumidor pelo nome e querendo saber, também, se a entrega foi satisfatória.

Mensagens informais como essas ajudam a criar um vínculo mais pessoal e menos carregado comercialmente. Elas meio que quebram um gelo com o cliente, tornando a relação com a sua loja mais solta e próxima.

Já existem ferramentas de automação de marketing como RD Station e HubSpot que a personalização integral dos e-mails de comunicação, aumentando o engajamento e a percepção de valor do cliente.

Envie pesquisas de satisfação e opinião

As pesquisas no pós-venda são fundamentais por dois motivos: mostrar que você está atento ao que o cliente tem a dizer e melhorar o seu trabalho com os feedbacks.

Opte por questionários mais curtos, como o de NPS (Net Promoter Score), que exige respostas para duas simples questões:

Em uma escala de 0 a 10, o quanto você indicaria a nossa empresa (ou um produto específico, atendimento, entrega, etc.) para um amigo ou familiar? E por quê?

Dessa maneira, você medirá, ao mesmo tempo, a lealdade e as impressões do cliente com o seu negócio. Ao implementar essa estratégia, você abre um canal importante de feedback com o cliente.

###7. Esteja disponível na maior quantidade de canais possíveis Um serviço de atendimento no pós-venda deve oferecer conveniência para os seus clientes entrarem em contato com sua empresa de onde eles acharem melhor.

Portanto, a dica aqui é expandir o seu SAC para diversos canais. Entre eles, podemos destacar o chat no site, e-mail, redes sociais, apps de mensagem, SMS, etc.

Continue educando os seus clientes

Conteúdos relevantes funcionam tanto para atrair quanto para fidelizar clientes. Logo, continue produzindo artigos e materiais que possam ajudar os consumidores a tirarem mais proveito do seu produto e, indiretamente, despertar o interesse em outras ofertas.

No pós-venda, eles devem ser bem segmentados, já que o interesse de quem é cliente é bem diferente de quem ainda é um visitante ou lead.

Prepare um programa de premiação aos compradores

Os bons e velhos programas de fidelidade também devem ser aproveitados durante o pós-venda. Essa estratégia é boa para dar aquele empurrãozinho aos clientes que estão dispostos a indicar a sua empresa para amigos, mas ainda não o fez.

Ainda assim, é bom ter um certo cuidado com as premiações, especialmente para não tornar o custo de aquisição de clientes muito alto.

Disponibilize ferramentas de autoatendimento

Para o consumidor, o processo de compra pela internet já é bem independente. Então, nada mais justo do que manter esse padrão nos pós-venda, principalmente quando é necessário resolver pequenas questões.

O autoatendimento pode economizar tempo e recursos quando usado para automatizar tarefas como emissão de segunda via, rastreamento de pedidos e atualização de cadastro.

Sobre essa questão, vale a pena pesquisar mais sobre o uso de Chatbots para e-commerces.

Antecipe-se às demandas dos clientes

Quando se planeja o uso de estratégias como upselling e cross selling, é possível obter mais eficiência se você puder prever os desejos de compra dos clientes.

Para isso, é importante analisar o histórico, o perfil e o comportamento de compra dos seus clientes. Por exemplo, se parte deles costuma comprar produtos de consumo recorrente, como perfumes, é possível antecipar-se e enviar novas ofertas quando o uso estiver perto do fim.

As ferramentas de automação de marketing podem ser um grande aliado nesse momento. Elas podem agrupar diversas informações do cliente como navegação, data de navegação, páginas, pesquisas realizadas etc. Cada informação pode ser importante para segmentar melhor e atuar no momento correto.

Muitas das dicas para melhorar o pós-venda do seu e-commerce têm a ver com o capricho no contato com os clientes. Você obterá melhores resultados se os consumidores continuarem se beneficiando nessa relação com a sua empresa, seja com conteúdos, entregas mais rápidas, premiações e uma série de outras vantagens.

Por isso, mantenha o cliente próximo da sua loja para garantir sua fidelidade, engajamento para atrair novos compradores e vontade de comprar novamente.

Como vimos durante o texto, um dos objetivos dos trabalhos de pós-venda é garantir a lealdade dos seus clientes. Por isso, você pode se interessar em descobrir as 5 dicas de sucesso de um programa de fidelidade no e-commerce.

Fonte: E-commerce News

 

Não subestime o poder dos influenciadores digitais. Eles podem alavancar o seu e-commerce

O sucesso de um e-commerce depende de muitos fatores, como um nicho de mercado bem definido, um meio de pagamento seguro e, mais do que nunca, um vigoroso marketing digital.

A propaganda ainda é a alma do negócio, e, no mundo virtual, habitado por milhões de potenciais clientes, ela pode ser determinante para a sobrevivência de um comércio eletrônico.

Atualmente, no entanto, é impensável traçar uma estratégia de marketing digital que não inclua os chamados influenciadores, ou seja, personalidades da internet que divulgam produtos e serviços em plataformas como blogs e redes sociais (Facebook, Intagram, Twitter, entre outras).

Pesquisa realizada pela MindMiners  para o PayPal no começo do ano, mostra o caminho das pedras, principalmente quando o público é formado por Millennials: o WhatsApp lidera no quesito “veículo de comunicação mais usado”, com 91,7%. Já o Facebook e o YouTube foram citados por 86,7% dos entrevistados.

Outro estudo interessante, este da Sprout Social, revela que 74% dos consumidores usam as redes sociais para orientar suas decisões de compra. Não é pouca coisa!

É o chamado de “Comunicação 2.0”, pelos especialistas. Hoje, graças às facilidades promovidas pelo mobile e pelas redes wi-fi, qualquer pessoa pode produzir conteúdo, criar tendências e se tornar referência social a um custo irrisório.

Com grande número de seguidores e poder de influência (como o próprio nome diz), esses profissionais online são garantia de impulso para o seu e-commerce.

Mas calma, porque, segundo recente pesquisa do YouPix, no Brasil, somente 2% dos influenciadores digitais geram 54% das interações nas redes. Ou seja, influenciador há aos montes, mas os que “realmente influenciam” são poucos. E costumam valer cada centavo neles depositado.

Um ponto importante para reflexão: ao contrário do que acontece com uma peça publicitária, a divulgação via influenciador surge em um contexto mais espontâneo e de maior engajamento, o que aumenta o apelo da mensagem.

Porém, é preciso escolher cuidadosamente esse parceiro comercial, levando em conta o perfil do influenciador, como reputação, segmento de atuação e nível de popularidade.

A qualidade do conteúdo que ele produz também é importante! E o tipo de público que ele atinge (faixa etária, poder aquisitivo etc.), a fim de que a marca, o serviço ou o produto se torne conhecido e desejado pelas pessoas certas.

É fundamental lembrar também que o influenciador ideal para o seu e-commerce não é, necessariamente, um rosto conhecido pelo grande público, a exemplo de um artista da televisão ou um formador de opinião tradicional, como um jornalista renomado em determinada área.

Há blogueiros e YouTubers sobre os quais muita gente nunca ouviu falar, mas que ostentam uma notável capacidade de persuasão junto aos seus milhares de fãs.

Para ajudar nessa pesquisa, existem sites como Followerwonk, Little Bird, BuzzSumo, GroupHigh, Onalytica, Brandwatch e Traackr, dedicados ao monitoramento desse universo.

Fato é: nenhum e-commerce que se preze pode subestimar a importância dos influenciadores digitais. Até um prêmio, criado pela revista Negócios da Comunicação, já existe para prestar reconhecimento a esse personagem fundamental do marketing contemporâneo. Ao que tudo leva a crer, veio para ficar.

Fonte: E-commerce Brasil

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Black Friday deve alcançar R$ 2,2 bi em 2017 e beneficiar lojas com clientes fiéis

A Black Friday de 2017 promete crescer outra vez, principalmente, para os e-commerces que conseguirem reter o cliente fiel. Segundo a pesquisa “Thanks God it’s Friday”, realizado pelo Google e divulgado nesta terça-feira (22), 77% dos consumidores entrevistados disseram comprar nos mesmos sites, sendo que 34% fizeram quase todas as suas aquisições na mesma loja virtual.

O levantamento indica também que, neste ano, o evento deve apresentar resultado entre 15% a 20% maior em relação a 2016 e alcançar R$ 2,2 bilhôes de faturamento.

“A Black Friday já está no senso comum do consumidor brasileiro. Não existe mais aquele negócio de ‘Black Fraude’ que existia em 2013”, afirmou José Melchert, head de Indústria de Varejo do Google.

Segundo ele, a data se consolidou entre os consumidores, que passaram a esperar a Black Friday chegar para fazer suas compras. Prova disso são as pesquisas feitos na própria plataforma do Google. “O pico das buscas no Google Brasil é a BlackFriday. Não é o Neymar, não é o último clipe da Anitta, não é a Lava Jato. É a Black Friday”, cravou.

O trabalho feito pelos lojistas para transformar a data em um evento confiável se traduziu na percepção dos internautas sobre a data.

No ano passado, 55% das hashtags utilizadas pelos clientes  foram positivas – frases como #descontodeverdade, #taemconta e #eupagueimenos. Outras 37% foram neutras e apenas 8% tiveram repercussão negativa (como a famosa #blackfraude).” As pessoas estão vendo que as marcas trabalham as promoções e os preços de maneira mais consistente”, comemorou Carolina Rocha, gerente de Insigths do Google.

Pequenos em alta

Apesar do cliente fiel ser o perfil mais recorrente nas compras online, os pequenos e-commerces têm tido um resultado mais positivo do que grandes marcas, que também cresceram, mas em ritmo menor.

De acordo com a pesquisa, PMEs registraram aumento de 161% na sexta-feira, os mais famosos alcançaram 134%. Considerando apenas a quinta-feira anterior à Black Friday, as pequenas empresas foram as únicas que mantiveram os três dígitos.

Isso se torna ainda mais importante quando 370 mil pessoas devem entrar no mercado e comprar pela primeira vez na data em 2017, ou seja, 10% de todos os novos e-shoppers no ano.

Fonte: E-commerce Brasil

A maxiPago! é um PSP (Provedor de Serviços de Pagamentos) completo para o seu negócio. Com a gente você passa a oferecer os principais meios de pagamento aos seus clientes, além de contar com funcionalidades que vão ajudar a descomplicar o fluxo do dia a dia =)

Confira algumas das facilidades da maxiPago! para o seu negócio:

  • Split de Pagamento para Marketplaces
  • Pagamento Recorrente;
  • Estorno e Cancelamento On-line;
  • Checkout 2.0 – Envio de ordem de pagamento por e-mail;
  • Transações 3DS;
  • Configuração de Blacklist;
  • Renovação automática dos cartões tokenizados;

Entre em contato com um de nossos executivos e saiba mais: http://www.maxipago.com/fale-conosco

7 estratégias infalíveis para aumentar vendas no e-commerce

As lojas online têm recebido cada vez mais atenção por parte do consumidor brasileiro. Em 2016, ano particularmente difícil para a economia, o crescimento do setor foi de 5,2%, descontada a inflação. A boa notícia para quem investe no varejo virtual também significa uma concorrência mais acirrada.

Com isso, é necessário atenção com as estratégias utilizadas para conquistar o cliente e aumentar as vendas. Para ajudar a criar ações de sucesso no e-commerce, independentemente da área de atuação, separamos as sete dicas abaixo:

1. Invista na qualidade

Parece óbvio, mas nem todo mundo dedica a atenção que o site necessita, o que pode levar a prejuízos. É essencial cuidar da aparência da página (ou seja, do layout), mas a qualidade também tem a ver com a navegabilidade.

É importante facilitar a vida do usuário, o que significa priorizar a experiência que ele tem na sua loja. Existe até um termo técnico usado para isso: UX Design. O trabalho envolve o uso de diversos recursos e técnicas para garantir um ambiente agradável e funcional.

Assim, para aumentar as vendas, é essencial buscar referências sobre o UX Design e garantir que o site seja responsivo, ou seja, que possa ser acessado por diferentes dispositivos, como computadores, celulares e tablets, não tenha problemas de redirecionamento e funcione da melhor forma possível.

2. Tenha certificados de segurança

Muitas vezes os consumidores são resistentes às compras na internet devido à falta de confiança, não há como fugir dessa realidade.

Para tentar evitar qualquer suspeita, é preciso mostrar a idoneidade do negócio. Uma das formas de garantir que se trata de um ambiente sério e seguro é disponibilizar certificados de segurança. O mais comum é o SSL (Secure Sockets Layer), responsável por garantir confiabilidade à navegação.

3. Use a força dos marketplaces

Em um ambiente cada dia mais competitivo, é importante manter diversas formas de divulgação. Os marketplaces são uma boa alternativa para garantir mais visibilidade.

Eles funcionam como um shopping center virtual e abrem a possibilidade para todas as marcas apresentarem seus produtos para uma audiência um tanto quanto significativa, além de rotativa. Para aproveitar todo o potencial desse tipo de estratégia, adote uma plataforma que seja automaticamente integrada com os marketplaces.

4. Facilite o acesso aos canais de comunicação

O usuário da internet é mais exigente. É preciso entender essa característica para atender às demandas em relação, por exemplo, às formas de comunicação. Ele faz questão de estar no controle, ou seja, precisa ter várias opções à disposição.

Hoje, são bem-vistas as lojas que oferecem diversos canais (telefone, e-mail, chat, redes sociais e até WhatsApp) para contato. E, obviamente, em todos é imprescindível manter a excelência no atendimento.

5. Divulgue as avaliações recebidas

Outra forma de conquistar a confiança – atributo fundamental para aumentar vendas no e-commerce – é compartilhar as avaliações dos clientes.

Por mais que se invista em comunicação, não há como negar que a confiabilidade de uma informação passada por um cliente é maior do que a divulgada pela própria empresa. Nesse caso, destine um espaço para publicar esse tipo de testemunho e/ou trabalhe com uma plataforma específica para isso.

É fundamental, também, estimular esse tipo de participação do público. Daí a importância de adotar uma solução que cuide também do envio dos convites aos consumidores para avaliarem o site e o produto ou serviço adquirido.

6. Acompanhe de perto os resultados

Não deixe de aproveitar uma das principais vantagens da internet, que é acompanhar de perto todas as reações do consumidor. Com o Web analytics, é possível analisar o que dá mais resultado com o público.

Isto vale para medir o retorno tanto dos itens oferecidos, como para as estratégias de comunicação. As experiências por meio dessa ferramenta comprovam que simples mudanças nos sites podem fazer muita diferença nas taxas de conversão.

Como exemplo, pode-se usar um botão “Posso ajudar?” ao invés do tradicional “Saiba mais”. O importante é usar os relatórios emitidos pelo analytics para entender o que influencia o comportamento do usuário e, a partir disso, fazer os ajustes necessários.

Entre as métricas mais relevantes para o sucesso do negócio figuram os indicadores relacionados às taxas de conversão, ROI (retorno sobre o investimento), abandono de carrinho, tíquete médio por pessoa e frequência de compras.

7. Não descuide da comunicação

Dedique atenção especial para as estratégias de divulgação. As pessoas dificilmente compram em uma loja da qual nunca ouviram falar. O marketing digital tem um leque extenso de opções que podem ser empregadas e nem todas exigem altos investimentos.

No caso das mídias pagas, analise a possibilidade de investir, por exemplo, em links patrocinados do Google. Os serviços de busca têm um papel relevante na vida do consumidor e não se pode ignorar o fato de que marcas precisam se manter sempre bem posicionadas.

Para atrair mais audiência, não deixe de avaliar as estratégias de marketing de conteúdo. Um blog corporativo e perfis nas redes sociais são eficazes para ter sucesso nessa frente. É uma maneira de tornar o nome do comércio mais conhecido, trazer os clientes certos e, com o tempo, construir a reputação digital.

Considere investir, também, em campanhas de e-mail marketing. Cada vez mais elas têm se mostrado eficientes em abordagens personalizadas e, assim, obter melhores resultados.

Fonte: E-commerce News

 

A maxiPago! é um PSP (provedor de serviços de pagamento) pronto para atender as necessidades do seu negócio.

Com capacidade de processamento de 5.000 transações por segundo e disponibilidade de 99,998%, a maxiPago! oferece aos seus clientes diversas funcionalidades, como:

  • Pagamento Recorrente;
  • Estorno e Cancelamento On-line;
  • Checkout 2.0  – Envio de Ordem de Pagamento;
  • Transações 3DS – Utilização do cartão de débito no e-commerce;
  • Split de Pagamentos.

Além do uso de uma Blacklist, Tokenização e Aviso de cartões a vencer.

Para conhecer mais da nossa solução, acesse nosso site: www.maxipago.com ou contate um de nossos executivos através de um dos canais:

E-mail: comercial@maxipago.com
Telefone: (11) 2121-8524

Quando um empreendedor deve decidir entre abrir um e-commerce ou vender em um marketplace?

Mesmo em época de crise econômica, uma das atividades que mais cresce no País é o e-commerce. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2016, o setor faturou um total R$ 53,4 bilhões, o que representa um crescimento de 11% em relação a 2015. Em 2017, a previsão é que alcance R$ 59,9 bilhões.

O cenário seduz muitos empreendedores a surfar a onda do comércio eletrônico e abrir a própria loja virtual. Todos os dias nos deparamos com negócios que comercializam os mais variados tipos de produtos e serviços, atendendo aos mais variados perfis de consumidores. No entanto, um bom empreendedor deve atentar-se a uma importante decisão que precisa ser tomada nesta fase de planejamento: criar o próprio e-commerce ou vender a partir de um marketplace?

Abrir uma loja virtual requer um considerável investimento de tempo e dinheiro para planejar e organizar diversas atividades. Não é “apenas” colocar o site no ar e receber milhares de pedidos por dia: há vários outros fatores vitais que devem ser levados em consideração. Estratégia de marketing, logística, gerenciamento de redes sociais, escolha da plataforma de e-commerce, infraestrutura de integração com meios de pagamento… a lista é grande.

Todas estas atividades ganham uma carga extra quando o lojista ainda está conhecendo o mercado de e-commerce e ainda não possui um volume de vendas tão expressivo. Como alternativa surge o marketplace, que nada mais é que o “local” (site ou aplicativo) onde o processo de compra e venda é realizado.

Hoje em dia, há marketplaces para várias demandas de mercado: produtos novos e usados, livros, carros, hospedagem, transporte, entrega de comida, artesanatos, passagens, técnicos de computadores etc. Estas empresas, para atrair mais lojistas, oferecem uma série de vantagens, como auxílio em marketing, antecipação do pagamento de vendas e garantia de pagamento contra fraudes.

Uma das vantagens de começar a vender por marketplace é compartilhar os custos de logística, pagamento, conciliação financeira e antifraude, diluindo certas despesas e evitando gastos desnecessários. Isso não é demérito: toda essa experiência será importante para medir o potencial da loja no futuro e saber a possibilidade de escalar a operação para a sua própria plataforma.

A visibilidade da marca também é um tópico importante para lojas recém-criadas. Um e-commerce pode demorar um certo tempo para ganhar destaque, enquanto que em um marketplace a imagem do negócio fica muito mais visível dentro do seu nicho de atuação.

Não há uma fórmula exata a ser seguida: cabe a cada empreendedor estudar qual é a melhor estratégia para alavancar o negócio diante do menor custo possível. Opções eficientes não faltam.

Fonte: E-commerce News

A maxiPago! já oferece a Solução de Pagamento para Marketplaces

A maxiPago!,  uma empresa do conglomerado Itaú-Unibanco, já está preparada para atender os marketplaces. Confira alguns dos benefícios que a maxiPago! oferece:

  • Redução de custos operacionais;
  • Gestão e controle dos recebíveis;
  • Automatização e transparência nos processos;
  • Alinhamento com as novas regras estabelecidas pelas bandeiras e Banco Central.

Tenha um Split de Pagamento completo para o seu marketplace:

  • Split de cartão de crédito, débito e boleto:
    • Cartão de crédito;
    • Cartão de crédito e débito via 3dSecure;
    • Boleto com registro.
  • Split em “multi transaction” e “single transaction”;
  • Credenciamento de marketplace e sellers via Portal e API;
  • Portal White Label para marketplaces;
  • Gerenciamento de estorno integral e parcial;
  • Dashboards e relatórios customizados;
  • Sandbox completo;
  • Gestão de sellers com condições independentes;
  • Consultas do status das transações: via API, Portal ou Webhooks.

Fale com um de nossos consultores e conheça nossas ofertas: comercial@maxipago.com // (11) 2121-8524

 

Confira o e-Book completo sobre o comércio eletrônico brasileiro

A NeoAtlas, com apoio o apoio da Squid e de outras empresas parceiras, acaba de lançar o mais completo estudo sobre o comércio eletrônico brasileiro. Neste e-book (que é completamente gratuito) estão informações como quais são os perfis dos compradores de e-commerces, quais os seus hábitos de compra e etc.

Faça download do e-book completo clicando aqui.

Fonte: Proxxima