Temos Vaga – Analista Financeiro

 

Pré-requisitos:
  • Formação superior completa na área de exatas ou afins;
  • Conhecimento em Matemática Financeira.
Competências desejadas:
  • Conhecimento de rotinas financeiras: Tesouraria, Contas a Pagar, Contas a Receber;
  • Pacote Office avançado;
  • Vivência no mercado de e-commerce;
  • Inglês Intermediário;
  • Conhecimento da rotina de facilitadores de pagamento.
Principais Atividades e Responsabilidades:
  • Fluxo de caixa;
  • Controle financeiro;
  • Conciliação de recebíveis;
  • Gestão da ferramenta de cobrança;
  • Interface com emissores, parceiros e áreas co-relatas;
  • Análises de indicadores financeiros;
  • Movimentação bancária;
  • Elaboração de relatórios.

Temos Vaga – Analista de Produtos Jr.

Procuramos alguém com:

  • Sede por desafios: buscamos gente que sonhe grande e seja capaz de interagir com times multidisciplinares em busca de resultados ao negócio;
  • Paixão por simplicidade e criação de serviços centrados no cliente;
  • Conhecimento do mercado de pagamentos e e-commerce;
  • Habilidade em entender tendências tecnológicas, APIs e seus valores ao negócio;

Competências técnicas:

  • Familiaridade com as ferramentas: Jira, Trello e metodologias ágeis;
  • Inglês intermediário.

Responsabilidades e Desafios:

Você será responsável pelo benchmarking, análise de requisitos de negócios/funcionalidades, testes na plataforma e interface com áreas de TI/Jurídica/Financeira e parceiros.
Se você tem o perfil que estamos buscando ou conhece alguém que se encaixe nessa vaga, envie seu LinkedIn ou CV para:  rh@maxipago.com

A maxiPago!

Fundada em 2011 e adquirida pela Rede, do conglomerado Itaú Unibanco em 2014. A maxiPago! cuida da integração entre o estabelecimento e os meios de pagamentos mais relevantes do mercado.

Por que os marketplaces estão mais atrativos para os pequenos lojistas?

Os Marketplaces tiveram um crescimento exponencial em todo o mundo nos últimos 8 anos. De acordo com o instituto Juniper Research, o crescimento será alavancado ainda mais por empresas da chamada economia compartilhada. A estimativa é passar dos US$ 18 bilhões registrados em 2017 para US$ 40 bilhões em 2022, com o surgimento de novos modelos de negócios dentro dessa indústria e o crescimento acelerado das transações no B2B.

Novos modelos de marketplaces estão surgindo, criando processos disruptivos em várias indústrias. Este mercado foi dominando até agora por nomes tradicionais, como os globais eBay, Amazon, Alibaba e o Mercado Livre, B2W (Americanas, Submarino e SopTime), Magazine Luiza, Ponto Frio no Brasil. No entanto, assistimos à chegada de novas empresas como o Airbnb, Uber, Netshoes, Youse e iFood, estimulando processos disruptivos em várias indústrias.

Podemos dizer que estamos diante do surgimento de uma nova era dos marketplaces verticais. Este modelo está se tornando cada vez mais especializado e regionalizado. Alguns exemplos são a Staymarta, basicamente um Airbnb focado no público Evangélico nos EUA, a Go-Jek, um Uber voltado para a Indonésia, ou a nossa 99 Taxi, apenas para citar alguns nomes.

A indústria dos marketplaces, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), teve um crescimento de 13,6% na adesão de novos vendedores neste canal no primeiro semestre de 2017. Neste mesmo período houve um crescimento de 23,1% no número de ofertas publicadas.

A grande promessa oferecida pelos marketplaces é a sua forte capacidade de atração de clientes para as marcas, em especial às pequenas. E tudo isso com um investimento reduzido em marketing. É um grande benefício, principalmente para quem está começando a vender na internet. Sendo assim, dá para focar as suas ações de marketing em um público específico, enquanto o marketplace atrai a massa. O aumento no número de canais e lojas parceiras mexe com a concorrência, ou seja, melhora os preços para o consumidor.

Outra tendência observada é o que alguns já chamam de o grande apocalipse do varejo. O fechamento de grandes redes e o surgimento de shopping centers fantasmas (com poucas lojas abertas) é um fenômeno que ocorre em todo o mundo. Gigantes como a Macy’s, JC Penney, Sears, WalMart estão reduzindo lojas. Esta última, segundo publicado recentemente na imprensa, pode mesmo encerrar suas atividades no varejo físico brasileiro. Em direção oposta, as vendas no digital seguem crescendo, porém agora assistimos a um movimento inverso onde empresas nascidas puramente no mundo digital começam a criar uma rede de distribuição física.

Existe um grande potencial para a indústria dos marketplaces aproveitar essa convergência entre o online e offline e criar um maior engajamento com o consumidor — que muitas vezes prefere a comodidade de pesquisar e comprar no digital, mas quer a rapidez e a praticidade de poder retirar o seu produto em uma loja próxima de casa ou do seu trabalho. Outro público prefere comprar e receber tudo de forma digital, mas gostaria de escolher e experimentar o produto em um ponto físico.

Os maketplaces também estão investindo em tecnologia de ponta, como Inteligência Artificial, Machine learning, Big Data e Analytics. Tudo para oferecer mais segurança para lojistas e consumidores, bem como gerar ofertas relevantes para aumentar as vendas. Pelo custo elevado, esses recursos ainda não estão disponíveis aos pequenos lojistas. Entretanto, esses podem se beneficiar caso estejam associados a um marketplace.

Essas tendências para os marketplaces representam oportunidades para todos. É importante você considerar este canal na hora de planejar suas vendas no mundo digital. Sendo assim, considere o investimento em uma plataforma de e-commerce que conecte a operação da sua loja virtual com os principais marketplaces do país.

Fonte: E-commerce Brasil

A maxiPago!

A maxiPago! é o Gateway da Rede e já está pronta para oferecer a Solução de Pagamento para Marketplaces o/

Temos uma gama completa de serviços para Marketplaces e Lojistas. Confira algumas das nossas principais vantagens:

  • Redução de custos operacionais;
  • Gestão e controle dos recebíveis;
  • Automatização e transparência nos processos;
  • Alinhamento com as novas regras estabelecidas pelas bandeiras e Banco Central.

Além disso, você passa a ter um SPLIT de Pagamento COMPLETO:

  • Split de cartão de crédito, débito e boleto:
    • cartão de crédito;
    • cartão de crédito e débito via 3DSecure;
    • boleto com registro
  • Split em multi ou single transaction;
  • Credenciamento de marketpalce e sellers via Portal e API;
  • Portal White Label para marketplace;
  • Gerenciamento de estorno integral e parcial;
  • Dashboards e relatórios customizados;
  • Sandbox completo;
  • Gestão de sellers com condições independentes;
  • Consultas do status das transações: Via API, Portal ou Webhooks.

Fale com a gente e conheça ainda mais da nossa solução:  http://www.maxipago.com/fale-conosco

Aliexpress é o terceiro site que os brasileiros mais compram

O AliExpress, já é a terceira loja online, em vendas e em reconhecimento de marca no mercado brasileiro. O Brasil, porém, é um desafio sério para a empresa chinesa por conta da logística. Os produtos deixam a Ásia em uma, no máximo duas semanas. Mas, mesmo com os impostos já embutidos no preço, o tempo de passagem pela alfândega e, depois, entrega pelos Correios ultrapassa os 30 dias ou mais. E às vezes se perdem.

A Alibaba vende para os consumidores internacionais, através do AliExpress.com, um site lançado em 2010, que vende mercadorias de 40 categorias diretamente para consumidores em 200 países. Embora o Alibaba não divulgue regularmente o volume de transações no AliExpress.com, a empresa informou antes do IPO, em setembro do ano passado que o valor dos produtos comprados no AliExpress.com excedia US$ 4,5 bilhões no ano encerrado em 30 de junho de 2014.

Em volume de compras, cross-border, o Brasil só perde para a Rússia, no Aliexpress. As categorias mais populares, perante o público brasileiro são: produtos para casamentos, moda, eletrônicos e jóias.

A entrega continua sendo um grande desafio para as empresas de comércio eletrônico na América Latina, diz Bill Wang, diretor de operações de mercados emergentes da Alibaba. “Um consumidor brasileiro normalmente deve esperar 40 dias para receber os produtos depois de ter feito o pedido no Aliexpress.com”, diz ele. “ Leva de uma a duas semanas para enviar o pacote da China para o Brasil. Mas o tempo para passar pela alfândega brasileira e entrega dentro do Brasil pode levar um total de 30 dias. O tempo para desembaraço aduaneiro ainda é imprevisível e o tempo de entrega dentro do país é difícil de acompanhar ”.

Por que tantos brasileiros fazem compras no AliExpress se tem que esperar um mês para receber seus pedidos? “Primeiro, fornecemos uma grande seleção de produtos e também podemos oferecer um preço muito mais baixo à medida que conectamos os produtores diretamente aos consumidores”, diz Wang. “Os consumidores na América Latina estão acostumados a fazer compras antecipadamente, então eles têm tempo suficiente antes de precisarem dos produtos”.

O AliExpress também aceita muitas opções de pagamento local em cada região, incluindo OXXO no México e boleto no Brasil.

Fonte:  E-commerce Brasil

Três dicas da adidas para tornar o marketing digital do seu e-commerce mais efetivo

Muito e-commerce se preocupa com os números e a performance de suas ações de marketing digital, e quando o resultado não é favorável, surge uma série de dúvidas e questionamentos, tentando apontar um culpado pelo resultado apresentado.

Em muitos desses casos o erro poderia ter sido evitado se os profissionais conhecessem melhor o seu público-alvo e analisassem os dados fornecidos por eles. John Panighel, gerente sênior de CRM e marketing digital da adidas, falou sobre o tema no Congresso Ads&Performance.

Tenha metas e objetivos claros

Segundo o especialista, o primeiro passo para o sucesso é estabelecer objetivos, ou seja, onde o lojista quer chegar. Comece definindo o que, de fato, você considera uma conversão. Para alguns, pode ser o fechamento de uma venda, para outros a assinatura de newsletter ou até mesmo conseguir os dados de um possível cliente. “Para mim, encontrar a minha loja já e uma conversão”, afirmou John.

Um ponto interessante, com o qual as organizações precisam ficar atentas, é o fato de a geração dos millennials não gostar de passar informações e dados pessoais para as empresas.

Por isso, pedir a um indivíduo desse grupo para preencher um formulário em troca de um webinar ou algum material exclusivo da sua empresa pode não ser a melhor estratégia.

Para o gerente da Adidas uma maneira bem interessante e efetiva de impactar esse público é por meio do envio de SMS. “Se você mandar uma mensagem de texto, os millenials vão abri-la 90% das vezes. Esse é o novo canal de comunicação”, cravou John.

Além de definir as metas e objetivos, é importante escolher também as maneiras como você vai mensurar todos esses dados, seja contabilizando as vendas, o número de visualizações ou curtidas e compartilhamentos nas redes sociais, por exemplo.

Descubra quem é seu verdadeiro cliente

Não adianta querer aumentar a presença do seu e-commerce no mercado se você não souber de fato quem é o seu cliente. John deu exemplo de algumas perguntas básicas que precisam ser respondidas para tornar qualquer campanha realmente efetiva. Veja abaixo:

Agora que você já conhece seu público-alvo, chegou a hora de pensar qual a melhor forma de se comunicar com ele. Para isso, é essencial entender qual o ponto da jornada que cada consumidor está.

Você pode ter clientes que ainda estão no processo de conhecimento da sua marca, os que já confiam na sua empresa e apresentam forte intenção de fazer uma compra e outros que são verdadeiros promotores e advogados da marca – e até indicam o produto e serviço da sua loja para outras pessoas.

Durante a palestra, o gerente da adidas mostrou um modelo de funil de marketing indicando a melhor forma de impactar cada cliente de acordo com o estágio no qual ele está. Veja:

“É importante que você tenha esse funil para começar a pensar no seu público-alvo de maneira mais efetiva. Você precisa analisar a jornada do cliente e entende-la para vender melhor”, ressaltou John.

Integre os canais de comunicação da sua marca

O executivo também citou algumas táticas que a Adidas utilizou para se conectar com seus consumidores, entre elas a integração do online com o offline.

John contou uma ação que a marca fez em parceria com o Google no Canadá. Todos os usuários que tinham realizado pesquisas pela marca Adidas na internet foram identificados e, por meio da geolocalização, direcionados para lojas físicas da Adidas. De acordo com o executivo, com essa ação a empresa conseguiu levar 16 mil pessoas para os pontos de venda físicos.

Isso mostra que, ao contrário do que muitas empresas pesam, o digital não é inimigo do varejo físico, nem pretende tomar seu lugar. As organizações devem se empenhar em desenvolver campanhas que conectem os ambientes on e off-line ao invés de pensar neles de formas separadas.

No final da palestra John ressaltou três tópicos importantes que os profissionais de marketing precisam ter em mente:

Fonte: E-commerce Brasil

Como funciona a tributação dos clubes de assinatura

Os clubes de assinatura já têm posição estratégica no consumo dos brasileiros. Estimativas apontam que esse modelo de negócio já fatura cerca de R$ 400 milhões por ano no país.

Podemos dizer, basicamente, que existem dois tipos de clubes de assinatura. Aqueles que têm como objetivo a praticidade, com grandes semelhanças a uma loja virtual. Mas também existem aqueles que têm como foco possibilitar diversas experiências ao cliente, personalizando o envio de mercadorias e serviços conforme o perfil individualizado dele.

Contudo, você sabe como funciona a tributação de um clube de assinaturas?

Primeiro, há de ressaltar que os clubes de assinatura que aqui vamos comentar diferem daqueles denominados “clubes de desconto”. Estes clubes são conhecidos por disponibilizarem ofertas na internet, que foram negociadas com antecedência entre o “clube de desconto” e o ofertante.  Nesses casos, a tributação envolve recebimento e repasse de receitas, fatores que podem gerar maior complexidade na operação.

A questão tributária dos clubes de assinaturas ainda gera controvérsias, principalmente em relação à incidência do tributo estadual – ICMS, ou municipal – ISS. Em alguns casos, o PIS e a COFINS também enfrentam questionamento.

As controvérsias são geradas por conta de uma possível “mistura” entre comércio e serviços. O correto para definição da tributação é sempre verificar qual a característica preponderante. Vejamos.

Os clubes de assinatura cujo objetivo é conceder tratamentos diferenciados, que geralmente podem ser verificados na forma de uma prestação de serviços, devem então gerar nota fiscal eletrônica de serviços.  Nesses casos pode até ocorrer a entrega de determinada mercadoria, um de brinde, um presente ou uma amostra; independente do envio de determinado item, há nessas situações, a prevalência da prestação do serviço sobre a venda de mercadoria.

Importante ressaltar que, nos casos acima, em relação à circulação de mercadorias que eventualmente pode fazer parte da assinatura, se a pessoa jurídica não possui inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS deve providenciar, junto à Secretaria de Estado de Fazenda de seu domicílio, a emissão de uma nota fiscal avulsa para acobertar o transporte da sua carga até o destino.

Ademais, os serviços de assinatura que permitem acesso a conteúdo de séries, filmes, documentários e programas audiovisuais, como o Netflix, passaram a sofrer a incidência do ISS, em função da Lei Complementar nº 157/2017. Essa exigência, para validade da cobrança, deverá constar em lei municipal. Mas desde já sugere-se considerar no custo da operação esse imposto. E vai ficar (ou já está) mais caro para o consumidor final.

Por outro lado, quando o clube de assinatura tem como principal atividade fornecer produtos, então prevalece a tributação de operações relativas ao comércio. Assim, deve ser emitida a nota fiscal de venda de mercadoria. Se existir algum serviço prestado, que não altere substancialmente a característica da atividade comercial, não podemos desvincular essa atividade para efeitos de aferição da carga tributária. Geralmente, a referida prestação de serviços vai compor o custo do produto.

Enquanto a atividade consistir no comércio de produtos, mesmo que por uma assinatura, a pessoa jurídica não pode deixar de verificar as regras de substituição tributária, antecipação e diferencial de alíquota (ICMS devidos na origem e destino, nas proporções definidas na Emenda Constitucional nº 87/2015), esse último quando o assinante está domiciliado em outro estado. E não acaba por aqui: em alguns estados, ainda é devido um adicional de ICMS para o Fundo de Combate à Pobreza, destinado a minimizar o impacto das desigualdades sociais nos lugares cujas alíquotas variam entre 1% e 4%, de acordo com o estado, o produto ou o serviço.

Há, ainda, os casos de clubes de assinatura que envolvem fidelizações. Nesse caso, as receitas recebidas com essas fidelizações também podem devem ser tributadas como serviços ou comércio. Aqui, cabe apresentar alguns precedentes importantes que já surgiram em jurisprudência administrativa e judicial.

Recentemente, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) analisou caso da Multiplus. A atividade dessa empresa tinha como operação três etapas: a assinatura de um contrato de parceria; a aquisição de bens e serviços pelos participantes junto aos parceiros, os quais, no momento da compra, entregam determinado valor pré-estabelecido para que a Multiplus faça a disponibilização de pontos aos participantes; e, quando solicitado o resgate pelo participante, ela paga a empresa parceira.

O que gerou controvérsia foi o momento que em ocorre o fato gerador para incidência do PIS e da COFINS.

Diante da referida controvérsia, foi publicado entendimento no Acórdão nº 3402-004.146 para dispor que o PIS e a COFINS deveriam ser recolhidos no fim da operação, após o cliente usar os pontos ou eles expirarem (depois de dois anos da aquisição).

Em outro caso, também relativo ao clube de fidelização (ACMS nº 2013.065794-0), ficou decidido que a entrega gratuita de produtos aos clientes, mediante programas de troca e fidelização, não pode gerar incidência do ICMS, uma vez que não se caracteriza a operação de compra e venda mercantil, mas sim, a concessão de bonificação ou desconto ao comprador pelo montante das compras por ele realizadas, desconto que não compõe a base de cálculo do ICMS  (Súmula nº 457 do STJ).

Em todas as situações aqui mencionadas, independente se a questão recai sobre uma atividade de comércio ou serviços, além do ICMS ou do ISS, o imposto de renda (IRPJ), a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL), o PIS e a COFINS também constituem carga tributária dos clubes de assinatura, e suas alíquotas variam de acordo com a opção de tributação (lucro real, lucro presumido ou simples nacional). Nas situações relativas a aquisição de bens, o IPI na aquisição de produtos também deve ser observado.

Portanto, com todas essas variações que permeiam a carga tributária dos clubes de assinatura, sugerimos sempre atenção redobrada para a correta adoção da tributação, uma vez que o Fisco tem informações suficientes (ex.: Sped, NF-e, etc.) para verificar os procedimentos fiscais adotados nessas operações.

Fonte: E-commerce Brasil

Sobre a maxiPago!

A maxiPago! possui um robusto sistema para Recorrências, Gerenciamento de cobranças recorrentes de cartão, ideal para modelos de recarga automática, assinaturas e planos de mensalidade:

  • Padrões internacionais (flag para CVV)
  • Regras customizáveis
  • Flexibilidade para definição de parcelas: diário, semanal, mensal, trimestral, bimestral, trimestral, semestre e anual
  • Retentativas automáticas
  • Aviso para cartões a vencer
  • Agendamento de recorrência com valores diferentes
  • Disponibilidade para mudança de recorrências já programadas
  • Tokenization
  • Disponibilidade de uso com Soft Descriptor

Entre em contato com nosso comercial e saiba como utilizar nossa solução para o seu negócio: comercial@maxipago.com

Workshop da ESPM vai mostrar estratégias de performance para vendas em e-commerce na prática

 

O Retail Lab da ESPM vai promover no próximo dia 21 um workshop para desenvolver a experiência prática de diversas estratégias de marketing digital. O evento é gratuito, porém as vagas são limitadas. “Nesta atividade todas as pessoas conseguirão ver e analisar de forma clara as atividades necessárias para demanda de campanhas de performance, ao término conseguirão saber e analisar o que é e como se faz um bom resultado de campanhas de performance”, disse Alexandre Marquesi, organizador do evento.

Laboratório Experimental ESPM

Onde: Retail Lab ESPM

Início: 14h

Término: 17h

O que precisa levar: Computador (notebook), ou tablet.

Método: Serão aplicadas as metodologias ativas. Método provê experiência prática em grupos sobre as diversas formas de estratégia de campanhas.

Agenda:

  1. Apresentação do retail lab ESPM (Ricardo Pastore)
  2. Introdução a atividade experimental
  3. Início das atividades em formação de grupos
  4. Testes e validação das atividades
  5. Apresentação final do desafio e escolha do vencedor.

As inscrições podem ser feitas por meio do link: http://www2.espm.br/eventos/laboratorio-experimental-de-performance-para-vendas-em-e-commerce

Fonte: E-commerce Brasil

78% dos brasileiros que possuem smartphone preferem comprar por aplicativo

Consumidores brasileiros que utilizam smartphone estão à frente da média mundial quando se trata de afinidade com os aplicativos móveis. Entre os entrevistados, 78% preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis, quando as compras são feitas em seus smartphones.

O número é acima da média global, de 71%. Os consumidores também estão buscando um serviço mais exclusivo e personalizado em seu celular, e muitos estão dispostos a pagar mais por sua compra, se for acompanhado por uma experiência de primeira classe, segundo o Mobile Payment Journey, pesquisa realizada por uma parceria entre a Worldpay e Opinium Research.

O relatório global da Worldpay sobre o comportamento do consumidor móvel entrevistou mais de 16 mil pessoas em 10 mercados para descobrir as mais recentes experiências, hábitos de consumo e revelar o segredo que faz um comprador móvel pressionar o botão de concluir o pagamento.

A pesquisa descobriu que 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência do usuário for melhor, 12 pontos percentuais acima da média global (41%). As recompensas para as marcas que acertam na experiência que proporcionam em seus aplicativo são enormes.

Entre as principais razões para que os brasileiros escolham aplicativos ao invés de navegadores estão benefícios como velocidade e simplicidade. No entanto, a confiança do consumidor brasileiro ainda precisa ser conquistada. Segurança é uma grande preocupação e uma das principais razões para o abandono de compra nos aplicativos móveis.

A pesquisa indica que dois terços dos Brasileiros (63%) se sentem confortáveis e felizes em fornecer dados biométricos, como impressões digitais ou o reconhecimento facial, se além de adicionar uma camada a mais de segurança, tornasse o processo de pagamento mais rápido. Já 76% dos entrevistados afirmam que somente fazem download do aplicativo de marcas ou empresas que realmente confiam, número superior aos dados globais (71%).

Para Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina, o estudo confirma que os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes, ao mesmo tempo em que o mercado está mais maduro e seguro para oferecer opções de pagamento. “O brasileiro está gastando mais no comércio eletrônico. Isso é motivo de comemoração dos varejistas, mas ainda há demandas por parte dos consumidores que precisam ser atendidas. ”

A segurança é uma grande preocupação e um dos motivos do abandono de compras antes do pagamento. As lojas devem buscar formas de implementar tecnologia biométrica como forma de aumentar a segurança e a confiança do consumidor na marca”, afirma.

“O comerciante que entregar a melhor experiência terá muito a ganhar já que os consumidores estão comprando produtos de maior valor via aplicativos. Com o avanço de novas tecnologias haverá espaço para assistentes virtuais e serviços conectados o que irá facilitar ainda mais a vida do consumidor. As marcas que oferecerem a melhor experiência de pagamento móvel, de forma rápida e segura, verá menos desistências nas compras, mais downloads do aplicativos e, consequentemente, um maior volume de vendas dos seus produtos e serviços”, conclui Juan D’Antiochia.

Sobre os dados

A pesquisa foi realizada em parceria com a Opinium que entrevistou 16 mil consumidores que compraram produtos no celular nos últimos 3 meses na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Japão, Coréia do Sul, EUA e Reino Unido. No Brasil, o estudo entrevistou 1.510 consumidores. Os relatórios estão disponíveis em: http://www.mobilepaymentjourney.worldpay.com

 

Fonte: E-commerce Brasil

 

A maxiPago! oferece soluções de pagamentos prontas para atender qualquer necessidade do seu e-commerce, incluindo aplicativos para celular.

Converse com a gente, veja como nossas soluções podem ajudar suas vendas.

Envie um e-mail para: comercial@maxipago.com

As top 5 dicas para vender mais nas mídias sociais em 2018

Falando sobre as mídias sociais, poderíamos criar um artigo definindo mais de 20 top dicas para você obter mais resultado, mas buscamos incluir os tópicos de forma dinâmica para que as MPE’s possam compreender melhor sobre seu posicionamento neste ano, assumindo nas redes sociais uma postura muitas vezes equivalentes ou até superiores as grandes marcas e empresas.

As mídias sociais são canais de relacionamento, então não se desespere, crie seu planejamento e siga os passos aprendendo e otimizando sempre com o foco na conquista seus clientes. Um relacionamento não se firma com uma curtida em uma postagem, mas com a conciliação de interesses, desejos e propósitos.

Então aqui vão nossas dicas para suas mídias sociais terem ainda mais sucesso em 2018.

– Lives e influenciadores

Com as recentes mudanças nas mídias sociais os conteúdos criados ao vivo tem maior relevância para os algoritmos, então se a sua empresa precisa se comunicar com o maior número de pessoas possíveis, uma “live” será uma boa opção.

Esse tipo de publicação gera notificações especiais para seus seguidores, além disso, você também terá prioridade para aparecer no feed de notícias das pessoas que seguem ou curtem sua página. E isso sem necessariamente precisar de um designer ou agência para te auxiliar.

Faça inserções pontuais e anuncie situações específicas sobre sua empresa, seu produto ou seus diferenciais. Também é uma ótima oportunidade de mostrar a personalidade da equipe e empresa através de uns alguns influenciadores que representem a sua marca.

Pesquisas afirmam que 70% dos assinantes adolescentes do YouTube confiam em opiniões de influenciadores muito mais do que de celebridades “regulares”.

– Aproveite os memes

Não é de hoje que os memes fazem parte de nossa felicidade cotidiana. Um bom exemplo atual é a “Que tiro foi esse?” meme brazuca que deu o que falar a pouquíssimo tempo.

Muitas empresas usaram analogias, “Que preço foi esse?”, “Que Briefing foi esse?” e assim gerando milhares de interações e aumentando o poder de engajamento das marcas.

– Crie relacionamentos com comunicação exclusiva.

Anuncie e faça postagens de promoções exclusivas para os clientes daquela mídia, assim você aumenta o nível da sua personalização e consegue avaliar pontualmente quais as ações geraram mais resultados evidentes para sua empresa.

Crie cupons de desconto e benefícios para produtos e clientes “únicos”, assim todo mundo se sente especial e isso aumenta o nível do relacionamento de sua marca junto aos consumidores.

– Os patrocínios e impulsionamentos serão seu oxigênio.

Com patrocínios você aumenta o número de clientes alcançados, busca novos leads em seu público alvo definido por perfil, localidade e muitos outros filtros. Em alguns casos valerá mais a pena um investimento menor na quantidade de postagens, vale mais 2 posts por semana bem patrocinados do que 2 por dia sem patrocínio, ou seja, que as poucas publicações tenham o impulsionamento para gerar melhores resultados. Neste caso nem sempre quantidade é qualidade.

As ferramentas de anúncios em mídias sociais são extremamente didáticas, mas se você não tiver tempo, as agências farão esse trabalho, você precisará acompanhar e frisar sempre muito bem as necessidades de seu modelo de negócio.

– Faça a fusão do Digital e Real.

Não podemos nos esquecer de que todas as interações digitais são decorrências das relações reais ou aspiram relacionamentos autênticos. As mídias sociais não seriam nada sem os usuários, e os usuários são pessoas normais, com medos e amores, necessidades e anseios.

Então aproveite o canal de comunicação digital e transforme isso em uma experiência física. Ofereça degustação de seus produtos, apresentações, coffee breaks ou brindes para serem retirados na loja.

Um bom exemplo de empresa que vem tomando esta postura é O Boticário, as clientes fazem cadastro para receber brindes retirados nas lojas físicas, e lá estão as vendedoras ultra capacitadas para entregar o brinde e entender melhor as necessidades das consumidoras para oferecer outros produtos da marca.

Esperamos que estas dicas possam colaborar com seus resultados nas mídias sociais, assim como muitas empresas estão tendo sucesso, a sua também terá. Tenha sempre um bom plano ações organizado e a determinação será seu combustível para evolução do trabalho.

Ah e lembre-se, mais vale uma mídia social com o planejamento e estratégia na mão do que duas boiando.

Fonte: E-commerce News

Correios vão mudar política de indenização para atrasos na entrega

Os Correios começaram a avisar lojistas, nesta semana, que vão mudar a sua política de indenização nos casos de atraso da entrega ou extravio e roubo de mercadorias. As alterações passam a valer no dia 28 de fevereiro de 2018.

Pelas regras atuais, em caso de atraso na entrega de Sedex Hoje, Sedex 10 e Sedex 12, todo o valor postal é ressarcido pela estatal. Já nos casos de Sedex simples e PAC, o percentual de indenização muda de acordo com o tempo de atraso (confira todos os valores atuais e regras neste link).

Por outro lado, a nova tabela aumenta os prazos e diminui os percentuais devolvidos pelos Correios. Por exemplo, hoje, o varejista que tiver um PAC atrasado pode ser ressarcido em até 30%. A partir do dia 28 de fevereiro, ficará entre 5% e 15%.

Procurados, a estatal confirmou a alteração e afirmou que as novas regras foram estabelecidas com o intuito de garantir a sustentabilidade da empresa na prestação dos serviços e fazem parte de um conjunto de ações que a empresa vem tomando para otimizar seus custos e processos. “Ainda assim, os Correios são um dos únicos operadores logísticos que proporcionam reparação por atraso para todos os clientes em todos os seus serviços de encomenda”, defendeu a empresa.

A estatal ainda afirmou que o trecho “por outro lado, a nova tabela aumenta os prazos…”, publicado na matéria, “pode levar a uma confusão dos leitores quanto ao prazo dos serviços de encomendas e não das regras de indenização” (leia a íntegra da nota enviada pelos Correios no fim da matéria).

Confira a nova tabela de ressarcimento para atrasos:

Serviço / Tempo / Percentual sobre preço postal

PAC / De 1 a 5 dias / 5%
PAC / De 6 a 10 dias / 10%
PAC / Acima de 10 dias / 15%
SEDEX / De 1 a 3 dias / 5%
SEDEX / De 4 a 5 dias / 10%
SEDEX / Acima de 5 dias / 15%
SEDEX Hoje / De 20h01 até 20h15 / 0%
SEDEX Hoje / De 20h16 até 20h59 / 30%
SEDEX Hoje / Acima de 20h59 / 100%
SEDEX 10 / De 10h01 até 10h15 / 0%
SEDEX 10 / De 10h16 até 10h59 / 30%
SEDEX 10 / Acima de 10h59 / 100%
SEDEX 12 / De 12h01 até 12h15 / 0%
SEDEX 12 / De 12h16 até 12h59 / 30%
SEDEX 12 / Acima de 12h59 / 100%

Confira a nova tabela de ressarcimento para extravio, roubo e avaria de objetos sem declaração de valor:

Serviço / Novos valores

Remessa Expressa / R$ 1,85*
PAC, SEDEX, SEDEX 10 / R$ 18,50**
SEDEX 12, SEDEX Hoje / R$ 18,50**

*Primeiro porte da carta comercial
**Dez vezes o primeiro porte da carta comercial

Íntegra da nota dos Correios

Os Correios esclarecem que haverá, sim, alteração em sua política de indenização para os serviços de encomenda e remessa expressa, a partir de 28 de fevereiro deste ano. As novas regras foram estabelecidas com o intuito de garantir a sustentabilidade da empresa na prestação dos serviços e fazem parte de um conjunto de ações que a empresa vem tomando para otimizar seus custos e processos. Ainda assim, os Correios são um dos únicos operadores logísticos que proporcionam reparação por atraso para todos os clientes em todos os seus serviços de encomenda.

A despeito da mudança nos valores pagos pelas indenizações, os Correios vêm trabalhando para aumentar a qualidade operacional, por meio de incremento tecnológico nas unidades operacionais, realocação da mão de obra e desenvolvimento de novas ferramentas. Ressaltamos ainda que não houve alterações nas regras do serviço adicional Valor Declarado, que – em caso de extravio – garante o ressarcimento do valor integral da mercadoria postada.

As novas regras foram enviadas aos clientes por meio de comunicação postal e serão publicadas também no Portal Correios.

Ressaltamos que o pedido de indenização pode ser feito por qualquer remetente de uma encomenda e não apenas por lojistas com contrato assinado com os Correios. A única exigência é que a solicitação seja feita pela próprio remetente, seja pessoa física ou pessoa jurídica, com ou sem contrato com os Correios. Além disso, reforçamos que não houve alterações de prazos, apenas das regras de indenização. O texto “por outro lado, a nova tabela aumenta os prazos…” pode levar a uma confusão dos leitores quanto ao prazo dos serviços de encomendas e não das regras de indenização

Fonte: E-commerce Brasil