Vendas no varejo caem 2,3% mas e-commerce tem crescimento recorde de 26,7%, diz Mastercard

Embora as vendas totais do varejo continuem a cair, há alguns sinais de melhora desde o início do ano, de acordo com o SpendingPulse, indicador de varejo da Mastercard – lideradas por um “boom” no e-commerce.

O relatório afirma que as vendas totais no varejo, exceto automóveis, materiais de construção e restaurantes, encolheram 2,3% em janeiro, em comparação ao mesmo período de 2016. Mesmo assim, houve alguns sinais de que os gastos estão aumentando: as vendas caíram 2,8% nos últimos três meses em relação ao mesmo período do ano passado, acima da queda de 4,6% ano a ano, registrada no quarto trimestre de 2016.

Sobre o desempenho das regiões brasileiras, o Sudeste (1,3%) teve desempenho acima da média, enquanto Norte(–3,3%), Nordeste (–4,0%), Sul (–4,5%) e Centro-Oeste (3,3%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Enquanto as vendas totais ainda encontram um ambiente instável, o e-commerce não só continua a se destacar como também registrou o mais expressivo crescimento desde fevereiro de 2014, expandindo 26,7% em comparação a fevereiro do ano passado, sendo este o oitavo mês consecutivo de ganhos no setor. Considerando os últimos três meses, as vendas do canal cresceram 19,3% comparadas ao ano passado, e acima dos indicadores do quarto trimestre de 2016.

Em fevereiro, cinco setores tiveram desempenho acima da média nas vendas totais: supermercados, produtos farmacêuticos, materiais de construção, combustíveis e artigos de uso pessoal e doméstico. Por outro lado, móveis e eletrônicos, vestuário e também restaurantes, o mais recente setor incluso no indicador, ficaram atrás das vendas totais. Entre os setores de vendas online, eletrônicos e móveis tiveram forte desempenho, enquanto vestuário, hobbies & livraria e produtos farmacêuticos ficaram abaixo do crescimento do e-commerce.

“O ambiente econômico permanece desafiador, mostrando um panorama de desemprego crescente o que, consequentemente, impacta negativamente a massa salarial. Mesmo com esse cenário, é importante pontuar que a confiança do consumidor teve um importante crescimento em fevereiro, comparada a janeiro de 2017”, afirma Kamalesh Rao, Diretor de Pesquisa Econômica da Mastercard Advisors. “Nesse cenário, há a probabilidade de haver uma retomada gradual do varejo durante os próximos meses”, acrescenta Rao.

Fonte: E-commerce Brasil

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7 tendências do varejo on-line que você ainda pode aplicar em 2017

Com a alta, é natural que novos empreendedores sintam-se atraídos por esse mercado e decidam abrir um negócio online, acirrando ainda mais a concorrência entre as lojas virtuais já existentes.

Neste cenário, para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo digital como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e que ofereçam rentabilidade aos varejistas.

Abaixo, listamos sete tendências para o lojista continuar no páreo em 2017:

Compras on-line serão o novo status quo

À medida que o varejo começa a perceber que os clientes dão preferência à conveniência e à comodidade oferecidas pelas compras online, as lojas virtuais trabalham no sentido de individualizar cada vez mais a experiência de compra, com a oferta de produtos relevantes, promoções exclusivas e o atendimento em tempo real.

Análises serão em tempo real

Este tipo de mensuração fornece uma visão aprofundada e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente. Liderando as mudanças, há softwares como o Kissmetrics, Mixpanel e Hubspot, que permitem rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os de suas origens até o resultado final. Essas informações devem ser usadas para melhor entender o comportamento de compra dos clientes e realizar as alterações necessárias para aumentar conversões.

Atendimento ao clientes será em live action

Quanto mais engajados estiverem os consumidores, maiores as chances de realizarem uma compra.

Para isso, existem diversas interações que podem ser realizadas ao vivo, como citar nominalmente os clientes no blog, responder perguntas por meio de vídeos ou postagens no blog, atualizá-los por e-mail, newsletter ou redes sociais, postar conteúdos relevantes com frequência, otimizar interação na loja e enviar ofertas especiais aos clientes mais fiéis.

Softwares de atendimento, como o Zendesk, possibilitam uma interação ativa, por meio de perguntas e respostas em tempo real, em diversos canais, como chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas e SMS, inclusive durante o processo de compra, para auxiliar os consumidores não acostumados ou inseguros.

O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras online. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente.

Os dispositivos servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, em que o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Todo varejista deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.

Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Ferramentas como a Soldsie permitem obter valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando o lojista a melhorar seu ROI.

Já a Curalate possibilita a medição das vendas originadas das plataformas mais visuais, como o Instagram e Pinterest, com algoritmos que identificam imagens e quantificam a presença da empresa nessas redes, além de comparar o desempenho perante a concorrência e descobrir usuários mais ativos.

Entregas no mesmo dia devem estabelecer um novo padrão

Muitos varejistas já perceberam que boa parcela dos consumidores gosta de receber o item rapidamente, ainda que eles paguem mais por isso.

Entretanto, antes de oferecer esta opção, é essencial analisar o público-alvo, suas demandas e a atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, deve ser considerada uma opção em longo prazo.

Small Data será tendência estratégica 

Se a aplicação de Big Data já está consolidada ao contribuir para melhorias na comercialização e na comunicação com clientes on-line de maneira quantitativa, por meio da coleta de dados em larga escala, o conceito de Small Data ganha mais espaço para se concentrar nos pequenos detalhes.

É como um garimpo minucioso das informações geradas por meio de Big Data para captar percepções dos clientes, entender como pensam e suas motivações intrínsecas. O foco é qualitativo e visa a obter insights inéditos e exclusivos.

Tudo isso deve ser levado em consideração para estar sempre à altura de clientes, cada vez mais bem informados e exigentes.

Ao lado dessas tendências, é importante lembrar que a única constância em tecnologia é a mudança e, nesse cenário, contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça recursos para uma gestão completa e integração em diferentes marketplaces torna-se essencial para enfrentar os próximos desafios.

Fonte: E-commerce Brasil

 

A maxiPago! está pronta para ajudar seu estabelecimento, oferecendo diversas funcionalidades que vão ajudar a agilizar seus processos, de maneira eficiente, com redução de custos.

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Como economizar e ganhar ainda mais dinheiro usando pontos de retirada

Você já ouviu falar dos “pontos de retirada”? Também conhecido como parcel shop, o ponto de retirada é uma inovação na logística dos e-commerces que está sendo muito utilizada nos Estados Unidos e na Europa.

O ponto de retirada funciona da seguinte maneira: em vez de o consumidor receber as suas compras em casa (precisando lidar com prédios sem porteiros, ou então residências que ficam completamente vazias durante o horário comercial), ele pode buscar as suas encomendas em algum estabelecimento comercial próximo do seu endereço, que se responsabiliza por receber os seus pacotes.

Esses estabelecimentos comerciais são estrategicamente escolhidos, tanto pelas suas localizações quanto pelos produtos que oferecem. Com os pontos de retirada, uma pessoa que deseja comprar uma camisa pela internet — mas que não tem ninguém para receber o seu pacote — pode retirar o seu produto em uma lavanderia de confiança perto do seu trajeto do escritório para a casa, por exemplo!

Os pontos de retirada trazem benefícios para todas as pessoas envolvidas no processo de entrega da encomenda.

  • Benefício do parcel shop para o consumidor

Ao optar por retirar os seus produtos em um estabelecimento comercial próximo do seu endereço, o consumidor acaba garantindo um frete muito mais barato nos e-commerces! Além disso, não precisa mais se preocupar com a falta de alguém para receber o produto em casa.

  • Benefício do parcel shop para o dono do estabelecimento

Ao se tornar um ponto de retirada, o estabelecimento acaba ganhando mais movimento por consequência!

  • Benefício do parcel shop para o dono do e-commerce

Os donos de e-commerce podem não apenas economizar, mas ganhar ainda mais dinheiro usando pontos de retirada. Nos tópicos a seguir, você confere alguns dos muitos benefícios que trabalhar com esse sistema podem trazer para o seu negócio. Olha só:

1- Ao oferecer pontos de retirada, você aumenta a sua taxa de conversão

Sabia que 55% dos seus clientes abandonam o carrinho após calcular o frete? Você não quer perder todo o investimento que teve para atrair os consumidores (propaganda, anúncios no Google e redes sociais, tempo do seu time de marketing, etc.) no último momento da compra, né?!

Oferecer uma opção de frete mais barata acaba sendo muito mais vantajoso financeiramente para o dono do e-commerce do que gastar ainda mais dinheiro atraindo novos clientes para o site (que, no final das contas, também vão se assustar se o valor da entrega for alto).

2- Com os pontos de retirada, você sai na frente dos seus concorrentes

Você estava pensando em criar alguma estratégia para sair na frente dos seus concorrentes? Ao oferecer os pontos de retirada você não precisa gastar dinheiro em determinadas campanhas de posicionamento! Isso porque ter um frete mais em conta já é um um fator que influencia na hora do seu potencial consumidor escolher entre você e o seu concorrente.

3- Economia de tempo

Tempo é dinheiro quando estamos falando de e-commerce! Ao adotar uma boa ferramenta de pontos de retirada (como a Send4, por exemplo), você não precisa desperdiçar o seu tempo se preocupando em checar se as suas entregas foram feitas, se tudo ocorreu bem com o transporte do seu produto, etc. Isso porque a nossa ferramenta conta com uma automatização de status do pedido.

4- Três vezes mais vendas

Muitas pessoas acabam deixando de comprar online pelo possível estresse que vão enfrentar ao receber as encomendas (prédios sem porteiros ou então pessoas que moram sozinhas em casas e trabalham fora, por exemplo). Ao oferecer pontos de retirada no seu e-commerce, você aumenta as opções para o seu cliente e esse resultado acaba se convertendo em três vezes mais vendas.

5- Ticket médio mais alto

O problema aí de cima (falta de alguém para receber as encomendas) também faz com que muita gente deixe de comprar produtos com valor mais alto, pelo medo de as encomendas serem extraviadas no meio do caminho. Com a opção de pontos de retirada, o seu ticket médio pode aumentar em até 11%.

6- Mídia espontânea com clientes satisfeitos

Se os seus consumidores tiverem uma experiência positiva com o seu e-commerce, é muito provável que eles indiquem a sua loja para conhecidos, gerando uma propaganda gratuita com o seu negócio. Ao oferecer a opção de pontos de retirada — que garante um frete mais em conta para o cliente — as chances de você se tornar um queridinho é muito maior!

Fonte: E-commerce Brasil

A maxiPago! oferece diversas opções para ajudar suas vendas. O checkout 2.0, por exemplo, possibilita que você emita uma Ordem de Pagamento ao seu cliente, dessa forma, você não precisa ter uma estrutura de e-commerce para vender seus produtos ou serviços.

Você usa a estrutura da maxiPago!, sem nenhum custo adicional (apenas centavos por transação) e o seu cliente realiza pagamentos dentro de um ambiente PCI, totalmente seguro.

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Pagamentos com cartões podem crescer mais rápido do que previsto

A Abecs prevê que as transações de cartões de créditos sozinhas devem crescer 4,4% este ano

São Paulo  – As transações com cartões de crédito e débito no Brasil podem crescer mais do que o inicialmente previsto neste ano, estimou o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs) nesta terça-feira.

Em dezembro, a Abecs estimou expansão de 6,5 por cento nos pagamentos com cartões e o presidente da associação, Fernando Chacon, disse a jornalistas nesta terça-feira que a estimativa “poderia ser revista para cima” devido a uma evolução das perspectivas econômicas.

A Abecs prevê que as transações de cartões de créditos sozinhas devem crescer 4,4 por cento este ano.

Fonte: Exame

A maxiPago! está preparada para receber seus pagamentos com as principais bandeiras do mercado. Além disso, com a mP! você tem acesso a diversas funcionalidades que permitem turbinar as vendas por cartão de crédito:

    • Pagamento Recorrente – Assinatura:
      • Regras customizáveis;
      • Retentativas automáticas;
      • Aviso de cartões a vencer e renovação automática.

 

    • Tokenização / Compra com 1 clique:
      • Aumenta a conversão das vendas;
      • Mais segurança nas transações;
      • Propriedade dos tokens.

 

  • Transações 3DS – Transações autenticadas pelo emissor:
    • Permite compras com cartão de crédito e débito;
    • Mais segurança para todas as transações;
    • Chargeback de responsabilidade do emissor.

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Vendas online no mundo cresceram 15% em Fevereiro

As vendas online cresceram 15% em Fevereiro, comparadas com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a última pesquisa da IMRG.

O cenário continuou o impulso do último Fevereiro, quando as vendas cresceram 16%, de acordo com o Índice de Vendas de e-Retail da IMRG Capgemini.

As vendas via smartphones cresceram 57% em relação ao mesmo período, mas isso representou uma desaceleração em relação ao crescimento de 96% no ano anterior. Nos últimos anos, o comércio móvel tem impulsionado o crescimento das vendas no varejo, mas este é o terceiro mês consecutivo no qual a taxa de crescimento de vendas via smartphones tem caído aproximadamente pela metade. As vendas via tablets cresceram muito lentamente, cerca de 3,5%.

No entanto, a IMRG diz que o abrandamento do crescimento através de dispositivos móveis foi específico para os varejistas online. Para os varejistas multicanais, que vendem on-line e em lojas físicas, o crescimento das vendas por meio de dispositivos móveis aumentou ligeiramente.

Bhavesh Unadkat, principal consultor no projeto de engajamento de clientes de varejo da Capgemini [IRDX VCPG], afirmou: “Foi positivo ver uma sólida taxa de crescimento do varejo on-line em fevereiro de 2017, com uma forte taxa de crescimento de 16% em fevereiro de 2016. No entanto, houve um ligeiro declínio na taxa de crescimento deste mês, e que poderia ser atribuída a um choque na confiança dos consumidores desencadeada por preços mais elevados. Talvez não seja coincidência que a taxa de crescimento do Índice tenha caído ligeiramente em face de uma taxa de inflação mais alta, que foi de mais de 1,5% em janeiro de 2017, em comparação com 0,3% em janeiro de 2016.

“Embora existam alguns sinais de alerta para a indústria de varejo – como vendas feitas em smartphones caindo mês a mês, por exemplo – estas são as tendências que vimos ecoar nos anos anteriores. Tradicionalmente janeiro e fevereiro são meses mais lentos para as compras feitas em smartphones, e vendas online no geral.”

Como as vendas online cresceram no mundo todo, o tíquete médio também cresceu. O índice mensal esteve mais alto por sete anos. Os varejistas multicanais, principalmente, se beneficiaram com os tíquetes médios acima de £ 20 comparados a um ano mais adiantado.

Em todos os sectores, as vendas de eletrônicos aumentaram 1,5%. O valor médio da compra, no entanto, estava abaixo de £8 em relação ao ano anterior.

Justin Opie, diretor executivo da IMRG [IRDX VIMR], disse: “É encorajador ver o segundo mês de alta no tíquete médio em sete anos seguidos. Quando se trata de smartphones, porém, a desaceleração no crescimento das vendas parece ser bastante dramática. Dito isto, as taxas de crescimento do smartphone nos últimos dois anos foram muito altas, e isso não poderia continuar indefinidamente. A desaceleração é específica para os varejistas on-line – os varejistas multicanal estão se saindo melhor do que têm sido através do celular, com compras com valores muito maiores.

“Mesmo assim o índice permanece positivo, mas talvez com uma ou duas nuvens no horizonte. Os smartphones têm sido o motor do crescimento móvel,  ea desaceleração pode impactar o crescimento. E, é claro, a incerteza sempre presente da Brexit é grande em 2017, com a inflação subindo e o esperado iminente desencadeamento do Artigo 50 por vir “, disse Justin.

Fonte: E-commerce News (Internet Retailing)

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7 dicas para aumentar o número de acessos na sua loja virtual

A cada ano o número de lojas virtuais criadas cresce significativamente, independente do ramo que elas atuam. Por isso, a concorrência entre elas está cada vez mais acirrada, principalmente porque os consumidores estão mais exigentes também.

Existem atualmente ferramentas e ações que são indispensáveis e que ajudam os empreendedores a aumentar o número de acessos nas lojas virtuais e alavancar suas vendas. Foi pensando em ajudar nesse processo que listei sete dicas para gerar mais visitas nos e-commerces:

1 – Mídias sociais: As redes sociais são de extrema importância para impulsionar e ajudar a divulgação de sua marca. É fundamental criar uma conta nas principais redes e posicionar o “seu nome” em canais distintos, desde que seu conteúdo seja relevante. Uma dica: quando for divulgar um produto, não se esqueça de compartilhar o link da sua loja nesses novos canais. Este processo ajuda a gerar tráfego.

É interessante postar uma combinação de textos e imagens com descrições, a fim de atrair o cliente e permitir que ele entenda todo o conteúdo, além de um vídeo demonstrativo para atrair os usuários. Os anúncios nas redes sociais podem ajudar a aumentar o número de visitas para a sua loja, por meio de uma base segmentada do Facebook, por exemplo.

2 – Blog: Para gerar tráfego para sua loja virtual é importante criar um blog, pois ele garante uma melhor interação com seus usuários e amplia o número de visitantes. E, a partir disso, é possível criar uma lista de potenciais clientes e ter a opção dos lojistas criarem campanhas personalizadas para esses contatos. Com isso, o custo de aquisição de um cliente pode ser mais baixo. O conteúdo que for compartilhado nas redes sociais vai se destacar nos mecanismos de busca. Com o seu funcionamento e postagens frequentes, o mesmo ganhará mais força, ajudando na expansão da marca para as outras corporações que atuam no mesmo segmento, a fim de ganhar mais visibilidade e conquistas. É muito importante que os empreendedores participem também de fóruns e escrevam conteúdos para sites externos de grande visibilidade para que as pessoas possam relacionar com o seu canal.

3 – Ads e anúncios pagos: Anúncio é um mecanismo fundamental e importante para aumentar o número de acessos nos e-commerce. Os mais comuns são Google Adwords e Facebook Ads, porém é importante ressaltar que existem outros canais que podem entregar bons resultados, como o Google Shopping, que tem se mostrado uma ferramenta útil para gerar tráfego qualificado para a sua loja. Além dessas citadas, outras mídias que vem ganhando relevância são os portais de afiliados que distribuem sua campanha para diversos canais alterativos.

4 – Campanhas de e-mail marketing: Para aumentar as visitas da loja virtual é importante investir em campanhas de e-mail marketing. O foco é que o público seja impactado da maneira correta. Por meio das campanhas, certamente, os usuários serão atraídos para o site estimulando a compra.

5 – Marketplace: Uma alternativa muito usada nos últimos tempos é a venda dos produtos em marketplaces. Porém, é fundamental traçar uma estratégia para isso, pois apesar de entregar visibilidade para a marca, tem o custo da comissão do marketplaces. Os principais são Mercado Livre, Buscapé, Walmart, CNova, B2W dentre outros de nicho.

6 – Otimização (SEO): O Search Engine Optimization (SEO) é o método que auxilia e permite que o seu site fique visível e em destaque nos principais mecanismos de busca, com o objetivo de melhorar a audiência, aumentar o tráfego e elevar as vendas. Mas, para isso, os lojistas precisam se preocupar com alguns pontos: compreenda as palavras-chaves que possibilitarão o aumento do volume das pesquisas das lojas virtuais; opte por termos de cauda longa (com três ou mais termos formando uma pequena frase para uma busca mais personalizada). Não tenha pressa para cadastrar os seus produtos, pois esse é o momento que vai fazer toda a diferença a médio e longo prazo na hora do cliente encontrar a sua loja.

7 – Concorrência: Uma dica muito importante é que as lojas virtuais observem os seus concorrentes. Por meio das informações contidas nos outros e-commerces é possível criar estratégias, além de oferecer serviços e produtos diferenciados. A maior parte das compras online são feitas depois que o consumidor faz pesquisas sobre o produto que quer adquirir nas outras lojas para comparar preços, facilidades de pagamento e prazo de entregas. Por isso, as lojas precisam oferecer inúmeras vantagens para o seu cliente como um diferencial.

Para finalizar, é importante que o empreendedor explore o mundo físico com ações em eventos, feiras e em mídias off-line. Pois, na maioria das vezes, o relacionamento que é criado com futuros clientes e parceiros nessas ocasiões pode gerar bons retornos.

Por fim, para elaborar e desenhar a melhor estratégia para a loja virtual é preciso responder algumas perguntas, como por exemplo: O que faz e quais as ferramentas utilizadas para atrair, nutrir, converter e reter seus clientes? Depois de responder essas questões é só organizar as respectivas respostas e realizar ótimos negócios.

Fonte: E-commerce News

Prepare seu e-commerce para o Boleto Registrado

A maxiPago! já está preparada para atender os estabelecimentos que vão utilizar o Boleto Registrado com o banco Itaú.*

Os donos de estabelecimento que hoje utilizam os boletos bancários (sem registro) como meio de pagamento, terão que se adequar ao novo modelo por uma exigência da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Confira o cronograma de datas abaixo:

Para você que é um cliente maxiPago! basta seguir o procedimento abaixo:
  • Solicite ao seu gerente do banco Itaú a liberação da Carteira 109;
  • Encaminhe um e-mail para nossa área de clientCare!: suporte@maxipago.com comunicando que a carteira já está liberada.
Pronto! Nossa área de clientCare! vai habilitar a opção em sua conta mP! e não será preciso realizar nenhuma outra mudança.

A Cobrança Registrada trará várias vantagens para o estabelecimento:

  • Haverá melhor gestão da carteira – será possível saber quem pagou e qual produto adquiriu;
  • Apresentará maior comodidade – pois permitirá o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atuação do boleto no site do banco emissor.

    As taxas de emissão do boleto registrado irão variar de banco para banco, negocie com seu gerente.

Confira o artigo completo divulgado pela Febraban: https://goo.gl/iAC2LQ


Se você ainda não é um cliente maxiPago!
:

Entre em contato com nossa área comercial e peça um orçamento. Temos planos que atendem todos os tipos de estabelecimentos:

Dúvidas? Fale conosco:
Telefone: (11) 2121-8524
E-mail: comercial@maxipago.com

*Em breve novos bancos disponíveis.

 

Fraudes crescem no mundo, mas recuam no Brasil em 2016

Na contramão do que é apresentado regularmente no noticiário nacional, as ocorrências de fraude nas empresas diminuíram durante o último ano no Brasil. Isto é pelo menos o que se conclui a partir das entrevistas com executivos do país que responderam à pesquisa do Relatório Global de Fraude & Risco 2016/2017 da Kroll, consultoria em gestão de riscos corporativos e investigações.

Realizado anualmente, o estudo ouve gestores de diferentes setores em todo o mundo que influenciam ou respondem por estratégias de combate ao risco e a irregularidades em suas empresas. Na edição atual, participaram cerca de 550 profissionais.

Embora nove a cada 10 respondentes brasileiros (94%) admitam que a exposição à fraude aumentou, apenas 68% relataram ter sido vítimas de más-práticas no período, índice nove pontos menor do que a edição de 2015.

O número surpreende ainda mais à luz da experiência internacional. Globalmente, a média de empresas afetadas foi de 82% – 14 pontos superior, portanto. Além disso, a tendência mundial é de crescimento nos registros de fraude desde 2012 – a incidência partiu, respectivamente, de 61% naquele ano, a 70% (2013), 75% (2015) até a marca atual.  

Para Fernanda Barroso, diretora da operação brasileira da Kroll, essa disparidade sugere problemas de detecção pelas organizações brasileiras e cria uma falsa sensação de segurança. “Mesmo com uma trajetória de amadurecimento, ainda se atribui pouca importância ao compliance no país e, consequentemente, demora-se mais para identificar erros e fraudes do que em nações onde programas de conformidade são melhor estruturados”, comenta.

O Brasil, contudo, não está sozinho. Itália (77%) e Índia (68%) igualmente reportaram menos ocorrências.

Maior do que o de fraudes, o índice de incidentes cibernéticos também surge em desalinho. Enquanto a média global dessa categoria é de 85%, por aqui ela alcançou 76%, posicionando o país em situação melhor que a de nações mais desenvolvidas em segurança e tecnologia da informação, como Estados Unidos (88%) e Reino Unido (92%).

Ameaça interna

Apesar das preocupações generalizadas com ataques externos, os resultados revelam que os autores mais comuns de fraudes e incidentes cibernéticos, dentro e fora do país, foram os colaboradores (insiders).

Cerca de seis a cada 10 irregularidades relatadas no país foram cometidas por autônomos/temporários (26%), funcionários juniores (22%) e de médio ou baixo escalão (9%), portanto, por gente de casa, soma que supera a de ex-funcionários (43%). Já um quinto dos incidentes cibernéticos foi associada a agentes e intermediários (19%).

Ambiente complexo

A vasta gama de perpetradores e a natureza em constante evolução dos incidentes refletem um ambiente de gestão de risco cada vez mais complexo para as empresas.

Todas as categorias de fraude registaram um aumento acentuado entre 2015 e 2016 globalmente. Os maiores acréscimos ocorreram com conluio de mercado (15%) e apropriação indevida de fundos (11%).

Em total consonância com o vivenciado no Brasil, o roubo de bens físicos continuou sendo o tipo de irregularidade mais recorrente no ano passado, seguido por fraude de compradores, vendedores ou fornecedores, e por roubo, perda ou ataques à informação.

Em segurança cibernética, ataque por vírus é também um inimigo comum, liderando os rankings nacional e mundial como a ocorrência mais reportada. E na era do Big Data, a eliminação ou perda de dados devido a problemas de sistema é outro problema que aproxima o Brasil de outros países. A exceção no comparativo fica por conta da violação de dados resultando em perda de informações de clientes e funcionários, que figura na segunda posição brasileira, com 29% de indicações, mas não consta entre os três acontecimentos mais recorrentes em nível global.

O caminho para a resiliência

Enquanto os insiders são citados como os principais autores de fraude, globalmente eles também são os mais propensos a descobri-la. A maioria, quase a metade (44%) do total de entrevistados, relatou ter descoberto a má-prática através de um whistleblower (denunciante), sendo este o principal meio de detecção.  

No Brasil, por outro lado, esse recurso foi o menos efetivo, com menção por apenas 17% dos participantes. Por aqui, a identificação se dá majoritariamente (43%) por meio de auditoria externa. “Na cultura brasileira ainda é muito comum a repulsa pela figura do whistleblower, que facilmente associa-se à imagem de traidor, mesmo quando está em favor da ética e contra a perpetuação de crimes”, explica Ian Cook, diretor de investigações e disputas da Kroll no país.

Chama também atenção na experiência brasileira o fato de que as medidas em expansão ou adoção não respondem diretamente às fraudes mais vivenciadas, embora sejam relevantes no contexto de mitigação de riscos. Voltadas a coibir roubos e a mencionada ameaça de pessoal – principais vulnerabilidades locais –, a implantação de sistemas de segurança física e registro de ativos e a checagem de histórico pré-contratação (background screening), surgem apenas como quinta prioridade, ambas empatadas com 59% de citações.

As ações prioritárias são due diligence em parceiros, clientes e fornecedores (74%), controles financeiros e combate à lavagem de dinheiro (71%) e monitoramento de mídia, controles de conformidade e revisão legal (65%).

Já para a mitigação de riscos cibernéticos, as apostas mais citadas foram sistemas de detecção de intrusão por dispositivo e centro de operações de segurança, ambas com 71%, além de políticas e procedimentos internos de cibersegurança (68%).

“Sob a ótica cultural, as empresas aos poucos começam a perceber que a gestão de risco deixa de ser um custo dispensável para se tornar um investimento que pode evitar prejuízos reais financeiros, à imagem e reputação corporativa”, comenta Fernanda.  

Clique aqui para acesso a todos os detalhes do Relatório Global de Fraude & Risco 2016/2017 da Kroll. O arquivo inclui também análises por indústrias e regiões, além de comentários de especialistas da consultoria no Brasil.

Fonte: E-commerce News

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Estudo aponta quanto tempo as pessoas levam para fazer compras on-line

Entender o comportamento do e-consumidor, juntamente com o processo de compra em si, é uma das chaves para o sucesso do varejo online. Na verdade, para melhorar a conversão do comércio eletrônico, o primeiro passo, sem dúvidas é reunir informações sobre o perfil de seus consumidores.

Uma das várias métricas utilizadas para esse tipo de informação é o tempo necessário para concluir o processo de transação, ou seja, o número de minutos, horas e dias gastos por este público para concluir uma compra.

Entretanto, o tempo para aquisição de um produto on-line pode ser muito diferente em cada parte do mundo. Com o intuito de avaliar este comportamento, a vitrine virtual UmSóLugar desenvolveu uma pesquisa envolvendo 12 diferentes países da Europa: República Checa, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Suécia e Eslováquia.

Principais diferenças no tempo de compra em alguns países

Para se ter uma ideia, enquanto na maioria dos países os consumidores levam cerca de 1 hora para comprar roupas, na França são necessárias pelo menos 4 horas – observado como o tempo mais longo nessa categoria. Na contramão desta realidade está a Eslováquia, visto como o país mais rápido quando o assunto é consumo fashion, com aquisições realizadas em menos de 20 minutos, desde o primeiro clique até a decisão final.

Situação semelhante em outra grande categoria do e-commerce: sapatos. A média é de 68 minutos em toda a Europa, mas, novamente a França aparece em destaque na lista como o país no qual usuários consomem mais tempo na transação, com suas características 4 horas – muito distantes dos apenas 10 minutos investidos pelos e-consumidores noruegueses.  Para móveis e decoração, entretanto, a maioria dos internautas finaliza a compra dentro de 1 hora, com exceção de Itália e França.

O cronograma da compra on-line

Para melhor visualizar esse comportamento, o infográfico* mostra a linha de tempo do período necessário para que um usuário médio europeu finalize sua aquisição, levando em consideração alguns dos produtos mais comuns. Como a maioria das compras ocorre dentro de 48 horas, o gráfico foi desenhado partindo do primeiro clique dado no produto, até a tomada de decisão, após um período máximo de dois dias.

A linha do tempo destaca, ainda, diferentes categorias, possibilitando observar claramente que roupas em geral, com exceção de camisetas básicas, ocupam uma posição central – afinal, encontrar o vestido de festa perfeito pode demorar um pouco mais.

Alguma peça importante de mobiliário, como um sofá (certamente mais caro que acessórios), também exige maior investimento de tempo, enquanto óculos de sol e brinquedos despontam na primeira seção da linha do tempo, necessitando apenas de 26 minutos para serem escolhidos.

Comportamento do consumidor brasileiro

Para traçar um paralelo com a realidade do perfil do e-consumidor Brasileiro, o UmSóLugar aplicou as mesmas métricas para este mercado e chegou a conclusões intrigantes, como, por exemplo, o tempo gasto para a compra de um kit de maquiagem, que pode ser dez vezes maior do que a demora para a escolha de um sofá!

Em geral, se comparado com o comprador online europeu, o brasileiro leva mais tempo para tomar a decisão final em todas a principais categorias de básicas. Na Alemanha, a média de investimento em tempo para aquisições online gira em torno de 5 horas, enquanto que aqui, do primeiro clique à compra, são gastas, aproximadamente, 10 horas.

Na hora de redecorar a casa, no Brasil, o consumidor online leva até 3h30 para comprar o sofá, mas apenas 90 minutos para se decidir sobre a mesa. Entretanto, neste setor, os produtos que necessitam de menos tempo investido até a tomada de decisão são as cadeiras, escolhidas em apenas 12 minutos. Já para vestuário, calçados e acessórios, o tempo gasto varia de acordo com o valor do produto.

Por exemplo, para comprar uma peça de roupa, em média, o consumidor precisa de 2h30 e, para um par de tênis, apenas 55 minutos até a confirmação do pedido. Porém, quando o assunto é bolsa, um acessório normalmente mais caro que os demais, o tempo para reflexão salta para 10 horas, até que a compra seja concluída.

Por fim, o comportamento mais interessante do comprador brasileiro é no setor de beleza. Talvez por não ser possível experimentar um perfume ou uma maquiagem virtualmente, o consumidor invista mais tempo em pesquisas online sobre qualidade e procedência desses produtos ou mesmo tente prová-los em lojas físicas, antes de realizar a primeira compra online. Assim, na hora de adquirir um perfume, o brasileiro que utilizou o UmSóLugar gastou até 1 dia, 11 horas e 52 minutos para se decidir, enquanto que para o consumo de maquiagens, o tempo é ainda mais impressionante: 3 dias, 12 horas e 14 minutos!

*Pesquisa desenvolvida pelo UmSóLugar no fim do ano de 2016, baseada em compras online realizadas em 12 países (República Checa, Dinamarca, Alemanha, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Suécia e Eslováquia) durante um período de 18 meses. Foram analisadas mais de 160 categorias de produtos, de móveis a brinquedos, com base em um banco de dados próprio, composto por mais de 100 milhões de produtos.

 

Fonte: E-commerce News

Uma lição de inovação na loja virtual da coca cola

Na escola do mercado brasileiro a Coca Cola mais uma vez deixa sua colaboração, recentemente depois de muita especulação aconteceu o lançamento do e-commerce para vendas dos produtos Coca Cola e Schweppes, um novo canal de vendas para atender e entender os consumidores que amam comprar pela internet.

Afinal, porque alguém compraria Coca Cola pela internet?

Vamos pensar juntos quais os motivos podem fazer você mudar de ideia, e não ir mais comprar seu refrigerante na padaria da esquina.

Você encontrará na loja virtual a Coca Cola de Cherry e Vanilla, geralmente estes produtos não são encontrados com facilidade em lojas de varejo, quando são alguns tem o valor elevado. Já no site o valor é um pouco abaixo do mercado e alguns dos produtos o frete é grátis para dar aquele empurrãozinho no momento da decisão de compra.

Imagina só uma garrafa da Coca Cola escrita oque você quiser? Legal né. Então no site a marca tem uma ferramenta em que você pode simular as suas frases na garrafa. Devido à personalização da garrafa é disponibilizado um número limitado de produtos por dia, aparentemente as vendas vão muito bem, frequentemente este produto está esgotado.

Percebemos que loja virtual oferece, principalmente, versões que quase não são encontradas no varejo tradicional.

O site está disponível em versão inicial no Brasil com pouca divulgação com entregas somente para a cidade de São Paulo. A mesma forma de atuação teve inicio na Índia em 2013, hoje são vendidos sucos, chás e água de mais de 10 marcas diferentes em várias cidades do país.

Nesta lição podemos observar que as indústrias estão cada vez mais compatíveis aos novos costumes de consumo, este movimento cria novos relacionamentos e projeta novas possibilidades da marca no Brasil.

Em um mercado que exige cada vez mais inovação, talvez a sua forma de inovar esteja mais perto do que você pensa, assim como esta novidade.

Se você ficou curioso e quer saber mais detalhes acesse www.loja.cocacola.com.br.

Fonte: E-commerce News