E-commerce: Black Friday cresce e aumenta expectativas sobre acumulado do ano

O e-commerce brasileiro fechou mais uma edição da Black Friday com números positivos, superando o faturamento do evento em 2016. Com o intuito de demonstrar a evolução do setor, a vitrine virtual UmSóLugar desenvolveu um infográfico destacando os resultados do primeiro semestre e o crescimento das vendas em demais datas significativas para o calendário do comércio eletrônico.


Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Segundo dados da E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, apesar da desaceleração do varejo nos anos de crise, o e-commerce mostrou expressivos 7,5% em crescimento nominal no primeiro semestre de 2017, registrando R$21 bilhões em vendas. Em 2016, o setor fechou o mesmo período faturando R$19,6 bilhões.


Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

A Black Friday, que no começo trouxe bastante desconfiança aos consumidores, acabou por garantir seu lugar ao sol poucos anos após estrear em solo nacional, em 2011. Ao menos no que diz respeito a vendas online o evento bateu o segundo lugar em faturamento, em 2016 (R$ 1,90 bi) e, neste ano, registrou alta de 10,3%, com um faturamento de R$2,1 bilhões.


Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Durante todo o ano, o e-commerce brasileiro é movimentado por importantes eventos que já fazem parte do calendário do consumidor, como datas comemorativas, feriados e ofertas sazonais. Outras datas especialmente relevantes para o setor também superaram o faturamento do ano anterior, como o Dia das Mães 2016 (R$ 1,62 bi) e 2017 (R$1,9 bi); o Dia dos Namorados 2016 (R$ 1,65 bi) e 2017 (R$1,71 bi); e o Dia dos Pais 2016 (R$ 1,76 bi) e 2017 (R$1,94 bi).

Os bons resultados, somados à aproximação do Natal, aumentam as perspectivas para o faturamento do setor em 2017. De acordo com o relatório Webshoppers 36, a estimativa é de que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a expectativa de crescimento no acumulado do ano.

Fontes: Ebit, Webshoppers 36

 

Sobre o UmSóLugar
Todas as lojas e marcas em um só lugar

Somos uma vitrine virtual focada em moda, beleza e estilo de vida. Periodicamente, realizamos pesquisas de mercado e análises de assuntos atuais que permeiem estes tópicos, com o intuito de compartilhar conhecimento e experiências tanto com o universo e-commerce quanto com o público geral. Estamos sediados em Berlim, Alemanha, e somos geridos pela empresa Visual Meta GmbH, que integra o grupo internacional de mídia Axel Springer.

Contato:
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‘Desafio da indústria no e-commerce é não impactar B2B’, diz gerente de e-commerce da ToyMania

Com uma estimativa de crescimento de 10% em margem para 2017, a indústria de brinquedos busca expandir vendas também no varejo online. Em 2016 estima-se que a renda total do setor foi de R$ 6 bilhões, sendo que R$ 3,4 bilhões pertenciam à produção nacional. Segundo o presidente da ABRINQ, Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, a produção nacional ainda deve aumentar, atingindo um share de 70% no mercado nos próximos quatro anos.

Entre os desafios mais marcantes de se vender brinquedos online no Brasil estão usar o e-commerce a favor das vendas sem prejudicar as estratégias B2B e a dificuldade de falar com o público-alvo com poder de compra (pais e mães) e ao mesmo tempo com o público-usuário (as crianças). Com experiência no comércio eletrônico desde 2000, passando por empresas como Saraiva.com, B2W e VTEX, Eduardo Carvalho está a frente do e-commerce de brinquedos ToyMania e conversou com o E-Commerce Brasil. Leia:

Conte um pouco sobre como começou a Toymania e porque ela aposta nas vendas online…

Eduardo: A ToyMania foi inaugurada em 2003 e em 2014 foi comprada pelo Grupo Barão, aumentando a família que hoje é estruturada em: Barão Distribuidor, Alfaness (Logística), Fun Divirta-se (Indústria/desenvolvimento de produtos) e por último a ToyMania, que completa 14 anos este ano.

A sinergia entre as empresas nos dá respaldo para atuar fortemente na internet e focar no segmento de brinquedos, que é enorme. Para se ter uma ideia melhor, no Brasil estamos falando de um mercado de R$ 50 bilhões, sendo que as três principais categorias em faturamento anual são: vestuário infantil (R$ 16 bilhões), calçados infantis (R$ 4 bilhões) e brinquedos (R$ 3,5 bilhões).

Segundo o IBGE, 49% dos lares com crianças são responsáveis por 52% dos gastos Brasil, isso mostra o quanto a criança é uma grande influenciadora no processo de consumo, afinal qual pai ou mãe não faz de tudo para agradar os filhos?

Nesse contexto, levamos o brinquedo muito a sério, afinal lidamos com os sonhos das crianças e realizá-los nos deixa muito feliz. Esta é a razão pelo qual existimos.

A indústria está aprendendo que o e-commerce pode ser uma ótima forma de somar esforços de venda. Vocês têm notado essa migração também na indústria de brinquedos?

Eduardo: Sim, existe um grande movimento no mercado de brinquedos e acredito ser positivo, desde que feito com qualidade, comprometimento e responsabilidade. Sempre defendo grandes iniciativas para que o mercado cresça, e esta é uma delas. A indústria tem um grande desafio em vender pelo e-commerce sem influenciar suas vendas B2B. Como todo início sempre haverá ruídos, mas se a estratégia for bem desenvolvida será apenas uma fase. Mas é importante ressaltarmos que a indústria pode chegar ao consumidor final de outras formas até mais relevantes do que “simplesmente” abrir um e-commerce, gosto muito do case da OMO (Omo Express)… É fantástico como a indústria marcou presença nos principais momentos da utilização do produto.

Na sua opinião qual é o principal desafio em vender brinquedos na internet?

Eduardo: A venda de brinquedos na internet é bem mais complexa do que parece, pois existem dois grandes desafios: o primeiro é o tempo de utilização da base de clientes, que são crianças de zero a doze anos, sendo que a faixa etária de maior concentração no consumo de brinquedos é de 3 a 9 anos. Neste momento a criança já começa a tomar suas primeiras decisões e é totalmente impactada pela mídia, influenciando diretamente o processo de compra. O segundo é a falta de entendimento de quem é o consumidor por parte do lojista: no caso, a ToyMania parte do princípio de quem conduz o processo de compra no site é o adulto (Shopper), por isso temos muita dificuldade em atingir a criança (público-alvo). A mídia deve ser direcionada para os dois públicos.

O que vocês acham do modelo de marketplaces (Walmart, B2W, Mercado Livre)? É vantajoso vender através desses canais?

Eduardo: O Marketplace já é uma grande realidade. Olhando por este prisma a pergunta é: como tornar o modelo vantajoso? Na ToyMania fazemos a gestão de custo linha a linha e para a operação de marketplace temos um DRE separado da venda direta. Isso facilita a tomada de decisão, já que o objetivo é tornar o canal rentável. Particularmente não acho sustentável o negócio depender apenas da venda de marketplace, precisa existir um equilíbrio financeiro e principalmente de Branding.

O marketplace possui suas vantagens, entre elas:

  • Com o aumento de número de pedidos, podemos negociar melhor com os nossos fornecedores (transportes/insumos) e ajuda a amortizar o custo fixo;
  • É um canal que traz cliente novo, se sua operação está bem estruturada e você proporciona uma experiência agradável para o consumidor, certamente boa parte dos consumidores farão a segunda compra na sua loja.

Recentemente vocês expandiram o mix de produtos e apostaram no nicho de pets. Este é um setor que está crescendo ainda?

Eduardo: Sim, é um setor que cresce significativamente e grande parte deste crescimento é composto por alimentos, mas estamos atentos e ativos neste setor.

É importante ressaltar que não saímos da ideia original, a visão estratégica da empresa é focada na especialização da brincadeira, independente de gênero, idade, estilo de brincar, raça ou comportamento.
Lançamos uma categoria de brinquedos educativos e interativos, pensando na tendência de humanização dos animais de estimação. Visamos o consumidor que trata um pet como membro da família e deseja que estes sigam seu estilo de vida, demonstrando amor e afeto com produtos de qualidade e pensados especialmente para as suas necessidades.

Muitos lojistas consideram melhor internalizar algumas funções como o marketing, por exemplo. Sobre a operação de vocês: o que vocês terceirizam e o que internalizam?

Eduardo: Como foi dito, a ToyMania faz parte de um grupo que se desenvolve no mercado de Brinquedos, isso facilita operarmos praticamente todo o ecossistema. Atualmente terceirizamos poucas frentes, como por exemplo, o transporte. Fazemos uma gestão compartilhada do marketing com as agências, conhecemos muito do mercado de brinquedos, por isso nos sentimos obrigados a compartilhar esse conhecimento.

O que vocês acham da mudança de data da Black Friday? Se ela fosse antecipada para setembro seria melhor ou pior pra vocês?

Eduardo: Para o mercado de Brinquedos a antecipação é ruim. A ideia de mudar para setembro vai comprometer nossa principal data do ano, o Dia das Crianças. Mas, mesmo com a mudança, acredito que o consumidor continuará pressionando o mercado para continuarmos com a data em novembro, teremos duas datas que divididas podem não dar o mesmo impacto nas vendas.

O varejista que investe no Black Friday sabe que a venda não entrega uma margem adequada, porém ao analisarmos a performance da ação precisamos entender que é uma data que traz muitos clientes novos, que existe a possibilidade de reconquistar um cliente inativo e incrementa o número de produtos por pedido, é um conjunto. Portanto, mudar a data pode interferir em algo que já está consolidado.

2018 é o ano em que todos esperam ver as vendas melhorarem. Quais são os planos pro ano que vem? Pensam em apostar em alguma estratégia específica pra aumentar vendas?

Eduardo:  Acredito que será um ano difícil, estamos melhorando, mas teremos, Copa do Mundo, Eleições, muitas incertezas políticas, reformas que ainda não saíram do papel, insegurança de consumo, mas precisamos continuar olhando para dentro, nos questionar como empresa.

O que, no nosso dia a dia, precisa ser mudado? Nossa empresa está funcionando no modelo ideal? Existe algo que podemos mudar? Momentos de “crise” são oportunidades para criarmos uma empresa totalmente sólida e saudável. A ToyMania continuará crescendo, focando no cliente, antenada com as inovações do mercado de Brinquedos. Somos 100% especialistas em vender brinquedos pela internet, precisamos fazer bem feito e principalmente agradar o maior número de consumidores, a estratégia é continuar construindo uma marca forte, uma empresa com bases e visão bem estabelecida.

Fonte: E-commerce Brasil

Compras virtuais por meio de dispositivos móveis crescem 75% no último trimestre

A enorme expansão do mercado de dispositivos móveis transformou o Brasil no sexto país do mundo em número de usuários de smartphones, impulsionado cada vez mais o m-commerce. As transações realizadas via dispositivos móveis ganham ainda mais importância para o comércio eletrônico. Cresce o número de transações mobile, assim como o volume de compras, aumentando a participação na receita dos lojistas virtuais.

Para acompanhar o comportamento desse nicho do e-commerce no país, a Nuvem Shop, acaba de realizar um levantamento que aponta o aumento de mais de 75% no número de compras virtuais realizadas por meio de dispositivos móveis no último trimestre (julho a setembro), em comparação com o mesmo período de 2016. A tendência se confirma ao considerar o período entre janeiro e setembro de 2017, onde houve um aumento de 80% comparado ao mesmo período do ano anterior. Os resultados foram extraídos da base de lojistas que utilizam a plataforma de serviços de e-commerce da Nuvem Shop, que possui mais de 15 mil lojas movimentando o mercado online atualmente.

De acordo com Alejandro Vásquez, cofundador e diretor da equipe de atendimento ao cliente da Nuvem Shop, o levantamento ajuda a identificar o perfil dos consumidores e as principais tendências do mercado de e-commerce. “O nosso comportamento como consumidor está mudando junto com os celulares e os empreendedores e varejistas têm excelentes oportunidades de aumentar as vendas. É preciso estar atento ao crescimento das transações via dispositivos móveis”.

Terceiro trimestre de 2017

O recorte do terceiro trimestre revelou ainda que o volume das compras via mobile representou 46% do total de transações, contra 35% no mesmo período do ano passado, um crescimento de 11%.

Também o percentual de receita dos lojistas virtuais decorrente das transações mobile cresceu 9,5%, passando de 26% em 2016 para 35,5% em 2017. Neste período, o ticket médio de vendas via mobile foi de R$ 209,66.

A origem do tráfego via dispositivos móveis tem grande representatividade e no último trimestre, foi responsável por 71% do total de acessos nas lojas virtuais hospedadas na plataforma da Nuvem Shop, sendo 34,15% via Facebook; 27,02% via Google; 14,71% internautas que digitam o domínio direto da loja; 12,82% via Instagram; e 11,30% via outros meios online.

No terceiro trimestre de 2017 o segmento de moda realizou o maior volume de negócios, com 57% das transações, seguido de saúde e beleza, com 13% e casa e jardim, com 6%. O destaque foi o segmento de tecnologia, com ticket médio campeão de R$ 467,00.

Janeiro a setembro de 2017

A Nuvem Shop também levantou os dados do m-commerce referentes a 2017, contemplando os meses de janeiro até setembro. Semelhante aos resultados do último trimestre, durante todo o ano, é possível observar um crescimento do volume das compras via mobile, que passou de 33,7% em 2016 para 43,6%, ou seja, um aumento de quase 10%.

A receita dos lojistas via transações mobile, que em 2016 era de 23%, agora é de 33%, um incremento também na casa dos 10%. Já o ticket médio de vendas via mobile de janeiro a setembro de 2017, foi de R$ 198,18.

O segmento de moda segue na liderança dos negócios virtuais, com 56% das transações, seguido de saúde e beleza, com 15%, e casa e jardim, com 6%.

A origem do tráfego via mobile foi responsável por 69,5% do total de acessos nas lojas hospedadas na plataforma da Nuvem Shop, sendo 36,8% via Facebook; 25,76% via Google; 15,58% internautas que digitam o domínio direto da loja; 10,57% via Instagram; e 11,28% via outros meios online.

Fonte: E-commerce News

Nove em cada 10 pessoas comprarão pela internet na Black Friday, diz Ibope/Google

Pesquisa divulgada pelo Google nesta segunda-feira (13), feita em parceria com o Ibope, mostra que 92% dos entrevistados pretendem comprar algum produto no e-commerce. Ao mesmo tempo, 34% disseram que podem adquirir um produto também na loja física.

A pesquisa foi realizada com 1211 internautas, entre os dias 27 de outubro e 4 de novembro. O levantamento afirma que, apesar de o estudo ser feito online, a intenção de compra medida independe de ser concretizada na internet ou “offline”.

Ao mesmo tempo, os números mostram uma queda, ainda que mínima e dentro da margem esperada, na intenção de compra para 2017, quando compara ao ano anterior. Em 2016, 89% dos entrevistados se mostravam inclinados a aproveitar os descontos; agora, o índice baixou para 87%.

O ticket médio também teve uma pequena queda e deve se ficar em torno de R$ 1071, ante R$ 1095 no ano passado.

Segundo Victor Brotto, líder de inteligência de mercado do Google Brasil, apesar de índices nacionais indicarem aumento na confiança do consumidor, esses resultados aparentemente negativos não devem preocupar os lojistas para a Black Friday.

“É fato que o consumidor ainda vive um cenário de cautela diante dos níveis elevados de incerteza e esse é o motivo para a intenção não ter crescido em 2017, porém, 87% de participação é uma declaração bem elevada. E, em ano de consumo represado, o que temos visto são datas sazonais superando a expectativa dentro do e-commerce”, afirmou.

De acordo com Brotto, essa oscilação não deve ser motivo de preocupação para os lojistas, pelo contrário, visto que a projeção para a Black Friday, segundo o próprio Google, é de R$ 2,2 bilhões no faturamento.

“A data deve ser vista como uma oportunidade cada vez maior para empresas gerarem mais vendas, aumentarem e oxigenarem a base de clientes, permitindo esvaziar estoque e se preparar para dar atenção ao próximo período forte para o comércio, o Natal, que, segundo a CNC [Confederação Nacional do Comércio] também deve vir com força, crescendo 4,3%”, aconselhou. “O ponto de atenção dos lojistas deve estar no bom planejamento da participação no evento.”

Categorias

De acordo com o levantamento, eletrônicos e eletrodomésticos lideram com folga a intenção de compras por categoria. O destaque, porém, ficou por conta do segmento de “medicamentos, suplementos e vitaminas”, com 7% do interesse do público – apesar do número baixo, essa foi a categoria com o maior crescimento de um ano para outro dentre todos os setores: três pontos percentuais.

Confira no gráfico abaixo os principais segmentos buscados por consumidores:

Dispositivos móveis

Outro dado curioso da pesquisa mostra uma sensível mudança de comportamento do cliente em relação aos aparelhos utilizados tanto na busca quanto na compra de um item na internet.

Há dois anos, 80% dos entrevistados procuravam produtos usando um desktop ou laptpo, enquanto apenas 17% o faziam pelo celular. Em 2017, a tendência mudou bastante: 60% e 38%, respectivamente. Confira no gráfico:

Fonte: E-commerce Brasil

Correios lançam solução para entrega em condomínios sem portaria

Diante de um cenário no qual as pessoas raramente estão em casa, em horário comercial, para receber mercadorias, as ocorrências de insucesso na entrega são muito comuns em condomínios sem portaria. Para garantir que as encomendas cheguem às mãos dos destinatários de forma cômoda e conveniente, os Correios contam com a solução das caixas de correio inteligentes.

Por meio delas, o carteiro faz a identificação no equipamento com uma chave eletrônica e informa para qual apartamento a entrega é destinada. Nesse sistema, não há a necessidade da presença do destinatário ou de outra pessoa para receber a entrega. Ao chegar em casa, basta ao morador acionar a própria chave eletrônica para retirar a encomenda.

O morador pode, ainda, ser notificado por meio de mensagens SMS sobre a disponibilidade das encomendas para retirada. Para isso, basta cadastrar o número de telefone celular na página de rastreamento de objetos do site dos Correios.

A solução está disponível para entregas em alguns bairros de São Paulo e Porto Alegre e na cidade de Curitiba/PR. No site dos Correios, é possível verificar as faixas de CEP das localidades onde a solução está disponível.

Condomínios interessados na solução podem adquirir os equipamentos no padrão recomendado pelos Correios diretamente com fornecedores previamente autorizados. A lista de empresas credenciadas também pode ser acessada no site dos Correios.

Para contribuir com a assertividade da entrega e a segurança das encomendas, os Correios desenvolveram a descrição técnica das caixas de correio inteligentes recomendadas. O documento contém definições mínimas e recomendações sobre a estrutura física e mecânica do equipamento e descrição dos componentes de tecnologia e da arquitetura do sistema informatizado.

Fonte: E-commerce News

Pesquisa mostra os 10 principais problemas mais urgentes do Digital

Relatório da Comscore revela a perspectiva sobre questões, tendências e problemas que estão mudando a forma como agências, anunciantes e veículos avaliam o digital em um contexto mais amplo de mídia.  Segundo o relatório, o consumo de mídia continua migrando ininterruptamente para o digital, demonstrando um crescimento anual de publicidade digital de 23%. “Com o crescimento, chegam também novos desafios e oportunidades para anunciantes, publishers e agências”, diz o documento.

Alguns dos principais tópicos abordados na pesquisa incluem:

  • Eliminar a lacuna entre a TV e o Digital para que o mercado se beneficie do planejamento e compra de mídia multiplataforma.
  • A mudança no planejamento que vai além da idade e do gênero, e considera segmentos avançados da audiência.
  • Superar os desafios da mensuração do mobile para melhorar a monetização e a relevância do digital.
  • Aprimorar a medição deduplicada do cross-platform, incluindo plataformas de distribuição de conteúdo, para ajudar os veículos a argumentar sobre o seu valor com os anunciantes.
  • A importância de ir além da visibilidade do anúncio digital e se concentrar em métricas mais relevantes, como alcance e frequência, comportamento do consumidor e sales lift.
  • Avanços na atribuição sofisticada da campanha, que indica com mais clareza o que está desempenhando melhor, para que os anunciantes possam alocar suas verbas de forma.

Para realizar download da pesquisa, Clique Aqui

Fonte:  Comscore

Inadimplência do consumidor recua pela sétima vez seguida

O volume de brasileiros com contas em atraso e registrados nos cadastros de devedores apresentou um novo recuo no último mês de setembro, a sétima queda consecutiva na inadimplência.

Segundo o indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), houve uma retração de 0,89% na quantidade de inadimplentes na comparação entre setembro deste ano com o mesmo mês do ano passado.

Em relação a agosto de 2017, porém, a queda foi um pouco menor, de 0,13%. O SPC Brasil e a CNDL estimam que o Brasil encerrou setembro com aproximadamente 59,1 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas. O número representa 39% da população com idade entre 18 e 95 anos.

“A estimativa tem se mantido estável desde o início de 2016, sem mostrar variações significativas. Isso acontece porque, por um lado, as dificuldades do cenário recessivo fazem crescer o número de devedores, e por outro a maior restrição do crédito e queda na propensão do consumo age na direção contrária, limitando a tomada de crédito e o crescimento da inadimplência”, explicou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o cenário promete se manter, no mínimo, estável. “Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual ao longo dos próximos meses, a tendência de estabilidade da estimativa deve se manter no período.”

Calote é maior no Sudeste

É na região Sudeste que se concentra a maior quantidade de consumidores em situação de inadimplência, em termos absolutos: 24,32 milhões – número que responde por 37% do total de consumidores que residem nesses Estados.

Já a segunda região com maior número absoluto de devedores é o Nordeste, que conta com 16,38 milhões de negativados, ou 41% da população. Em seguida, aparece o Sul, com 7,98 milhões de inadimplentes (36% da população adulta).

Comércio lidera queda

Os dados de dívidas abertos por setor credor mostram que, após todos os segmentos registrarem retração anual do número de pendências por três meses consecutivos, o segmento de água e luz voltou a apresentar alta do indicador, com variação positiva de 3,50%.

No comércio, houve o recuo mais acentuado: o número de pendências com o segmento caiu 6%. Em seguida, aparecem as dívidas com os bancos (-4,41%) e o setor de comunicação (-3,57%).

Em termos de participação, os bancos seguem como os maiores credores do total de dívidas em atraso no país, concentrando 48% do total. Aparecem, em seguida, o setor de comércio, com 19% do total e o setor de comunicação (15%). Água e luz concentram 8,14% das pendências.

Fonte: E-commerce Brasil

Estudo da Precifica e ABComm mostra aumento de 32,1% no número de varejistas nos marketplaces no segundo trimestre

O número de lojistas que passou a ofertar seus produtos nos marketplaces registrou avanço de 32,1% no segundo trimestre do ano em relação aos três primeiros meses de 2017. É o que aponta o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, criado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

“A maior presença de comerciantes nestes shoppings centers virtuais comprova a necessidade de exposição dos produtos em grandes portais que já estão no inconsciente dos consumidores. Além disso, indica um aumento no consumo de itens do varejo, demonstrando maior poder de compra da população”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Este modelo promissor de vendas tem despontado como tendência, já que muitos varejistas percebem uma oportunidade de divulgar seus produtos com redução no investimento em mídia. O valor cobrado por cada venda varia entre cada marketplace e é o único pagamento obrigatório.

“O ganho de eficiência na ativação de vendedores está principalmente ligado ao emprego de tecnologias e processos que garantem a qualidade do catálogo de produto final dos marketplaces. Os grandes desafios são evitar a duplicação de páginas e o agrupamento de ofertas distintas no mesmo espaço, prejudicando a experiência de compra do consumidor”, avalia Ricardo Ramos, CEO do Precifica.A quantidade de novos vendedores que comercializa seus itens dentre os meios analisados avançou no segundo trimestre, com um total de 1.496 varejistas que passaram a oferecer suas marcas nestes canais.

Com 28,7% de crescimento no número de ofertas publicadas, o departamento de Esporte e Lazer apresentou a maior evolução, atingindo um total de 2.728; seguido de Móveis e Decoração, com 2.591; Informática, com 2.542; Utilidades Domésticas, com 2.335 e Automotivo, com 2.048.

Por fim, o estudo destaca oportunidades para quem busca um nicho com menor nível de competitividade dentro desses grandes shoppings virtuais, com destaque para DVDs e Blu-Rays; Alimentos e Bebidas e Livros; todos abaixo de 60% da média de concorrência.

Fonte: E-commerce News

Sortimento de produtos em marketplaces: Lojistas precisam se preparar para a Black Friday

Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro. E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

Fonte: E-commerce News