Vagas para Desenvolvedor Java

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E-commerce: pesquisa indica os melhores dias e horários para anúncios online

Os usuários são mais propensos a clicar em banners e comprar um produto promovido durante a semana útil, sendo que as mais altas taxas de conversão ocorrem às terças e quartas-feiras. Esse foi o resultado de um estudo feito pela RTB House, empresa global de retargeting personalizado, obtido com exclusividade pelo E-Commerce Brasil.

De acordo com dados de dezenas de mercados na Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África, o número de cliques e conversões aumentou especialmente às terças-feiras, quando foram monitorados 37% mais cliques e 43% de conversões. Os maiores picos de vendas foram vistos entre 14h e 16h e 20h e 23h. Já o pior dia foi o sábado, quando as decisões de compra (baseadas em cliques nos anúncios) declinaram significativamente para apenas 11% dos resultados totais da semana.

A análise baseia-se em dados coletados a partir de mais de mil campanhas realizadas no modelo RTB (real-time bidding), uma tecnologia de anúncios online que permite a compra e a venda de visualizações em tempo real. Os dados foram gerados a partir de ferramentas personalizadas de retargeting desenvolvidas pela própria RTB House.

Brasil

No Brasil, os usuários seguiram a tendência mundial e clicaram nos anúncios mais vezes às terças-feiras, quando o número foi 62% maior. Os brasileiros também ficaram mais propensos a comprar a partir de anúncios em banners às quintas-feiras, quando o índice de conversões foi 117% maior em relação ao domingo, considerado o pior dia para compra no e-commerce no país. A maior atividade foi registrada entre 14h e 16h, com 19% de todas as conversões, e entre 20h e 22h, também com 19% de todas as conversões.

“Hoje, vemos uma saturação de conectividade. As pessoas estão constantemente online, seja no seu computador, seja nos smartphones ou tablets, tanto em casa como no trabalho. Por isso, elas não esperam mais o fim de semana chegar para irem às compras, uma vez que podem finalizar um pedido a qualquer hora e em qualquer lugar. Com base nisso vemos esse pico elevado de conversões durante a semana, mesmo em horário comercial”, avaliou Rodrigo Lobato, country manager da RTB House no Brasil.

O executivo reforça que, à medida que a tecnologia muda, é natural que os comportamentos de compra também mudem. “Hoje os profissionais de marketing precisam saber cada vez mais sobre o seu público-alvo, que está em constante evolução. Quanto melhores forem os dados à disposição, e quanto mais cedo os comerciantes puderem reagir às tendências, para entregar mensagens mais precisas e personalizadas durante os horários de pico, maiores as chances de conversão”, finalizou Lobato.

Fonte: E-commerce Brasil

Os principais gatilhos mentais do consumidor

A psicologia é um fator essencial e determinante na maioria das estratégias de marketing. Isso porque todas as decisões, desde as mais simples às mais complexas, são tomadas primeiro no inconsciente. Esse processo, dependendo da complexidade da decisão, pode demandar bastante energia do cérebro.

Para evitar a fadiga mental, adotamos algumas diretrizes, os chamados gatilhos mentais. Quando aplicados da maneira correta, são capazes de ajudar no engajamento dos seus consumidores, motivando-os a agir. Em outras palavras, podem atuar como incentivadores em uma decisão de compra.

Listamos abaixo os principais mecanismos utilizados em marketing que poderão ser úteis ao seu negócio e como aproveitá-los da melhor maneira. Confira!

Segurança

Ao oferecer um produto ou serviço, é fundamental demonstrar-se confiante e seguro em relação àquilo que está vendendo. Esse gatilho diz respeito tanto à segurança transmitida pela sua loja quanto à sensação que o produto causa no consumidor.

Como aplicar:
— “Resultados em uma semana ou devolvemos o seu dinheiro”;
— “99% de clientes satisfeitos”.

Escassez

Sabe aquele papo de que “é preciso perder para dar valor”? Acredite ou não, mas essa lógica funciona para os negócios. As pessoas tendem a valorizar aquilo que é escasso e há uma explicação: o inconsciente costuma associar que quanto mais difícil for para adquirir um produto, mais raro e valioso ele é.

Como aplicar:
— “Apenas uma unidade restante em estoque”;
— “Vagas limitadas”;
— “Frete grátis para os 20 primeiros compradores”.

Urgência

Muito parecido com o da Escassez, porém está relacionado ao fator temporal, pois o produto ou serviço oferecidos possuem um prazo limite para serem adquiridos. É agora ou nunca! Depois desse período, o consumidor perde a oportunidade de obter o item ou de aproveitar um desconto, por exemplo. É um gatilho muito efetivo, pois diante dessa situação, tendemos a agir o mais rápido possível.

Aplique usando os seguintes conceitos:

— “Contagem regressiva para comprar”;
— “Só neste fim de semana”;
— “Última chance”.

Prova Social

Por pertencermos a uma sociedade, querendo ou não, o inconsciente tende a seguir a maioria. Seres humanos sentem necessidade de pertencer a grupos que os identifiquem como indivíduos, dessa forma, a Prova Social é um gatilho poderoso.

Aplique usando os seguintes conceitos:

— Depoimentos de clientes satisfeitos e pesquisas de satisfação;
— Opiniões e imagens de pessoas influentes que utilizam o produto;
— Quantidade de unidades vendidas.

Reciprocidade

“Gentileza gera gentileza”. Concorda? Seu inconsciente também. O ser humano tem uma tendência natural a querer retribuir algo que lhe agrega valor de alguma forma. Portanto, se você pratica algum gesto que seu cliente entenda ser de coração, ele se sentirá grato e retribuirá de alguma forma, seja compartilhando uma publicação, seja cadastrando o e-mail na sua lista ou mesmo comprando um de seus produtos.

Aplique usando os seguintes conceitos:

— Amostras grátis;
— Brindes.

Antecipação

Ao assistir a um trailer empolgante de um filme que será lançado em breve, bate uma ansiedade pela estreia, certo? Assim funciona o gatilho da Antecipação. Ele diz respeito às expectativas em relação a algo que está por vir e, portanto, é muito poderoso, uma vez que o futuro é algo incerto e o ser humano se sente confortável quando as perspectivas são positivas. Estimular a novidade, antecipando informações sobre um lançamento é mais um modo de conquistar a atenção do público.

Aplique usando os seguintes conceitos:

— Planeje a apresentação do produto e comece a fazer publicidade, estimulando a curiosidade do público sobre o que está por vir.

Razão (Por que)

Mesmo que as decisões sejam tomadas primeiramente no inconsciente, a mente tende a procurar sempre por razões que justifiquem as ações. Quando encontramos essas motivações, acreditamos estar fazendo o certo.

Aplique usando os seguintes conceitos:

— Apresente os motivos pelos quais deveriam comprar seu produto/serviço;
— Quando usar os gatilhos de urgência e escassez, explique o motivo do prazo ou da oportunidade ser única.

Os gatilhos mentais são poderosas ferramentas de convencimento, portanto devem ser utilizados com ética e responsabilidade. Se você não entrega ao público aquilo que promete e os utiliza apenas para benefício próprio, você não estará persuadindo as pessoas, mas manipulando-as.

Lembre-se: a persuasão é a capacidade de entender o que o seu público pensa e deseja, se comportando de forma que os seus objetivos se alinhem a esses desejos e vice-versa.

Fonte: E-commerce Brasil

As Top 7 habilidades que você precisa para o sucesso no e-commerce

Dado o crescimento das mídias digitais e o investimento das empresas no e-commerce, há uma demanda constante por profissionais qualificados para atuarem não só nas agências de marketing, mas também em corporações de serviços diversos como consultorias.

No Brasil, o e-commerce já é uma realidade, apesar de ser um mercado novo no país este mesmo mercado nos EUA é bilionário, as empresas já se convenceram de que precisam ter estratégias de vendas mais eficientes. Hoje, os empreendedores que não tiverem sua marca conhecidaa no mundo digital tendem a ter  dificuldades para aumentar suas receitas em vendas.

Quando falo em habilidades para se ter sucesso no e-commerce, essencialmente, me refiro a dois tipos de habilidades: Habilidades relativas a aptidão e atitude. Já a segunda habilidade está relacionada a suas aptidões técnicas, ou seja, tudo referente a ferramentas e técnicas diversas como, por exemplo, a utilização de SEO para ranquear seu site em plataformas de buscas como o Google.

Curiosamente, para quem quiser ter sucesso no e-commerce, não há pré-requisitos em termos de qualificação educacional e habilidades tecnológicas. O que existe são determinadas práticas que o profissional iniciante deve evitar. Mesmo se você não for formado ou não tiver entendimento em tecnologia, você pode adquirir habilidades de e-commerce enquanto estiver comprometido e apaixonado pelas mídias digitais.

Para que você tenha sucesso com o e-commerce será necessário desenvolver as seguintes habilidades:

1 – Habilidades de comunicação: na mídia digital, uma organização se comunica com seu público-alvo através de texto, imagem ou vídeo. A qualidade desta comunicação determinará naturalmente o resultado de qualquer campanha de marketing digital;

2 – Criatividade: dada a sobrecarga de informações sobre mídia digital, os profissionais precisam ser criativos o suficiente para garantir que suas campanhas se destaquem entre a concorrência. Felizmente, pode-se adquirir habilidades de criatividade através da prática;

3 – Habilidades analíticas: uma das principais vantagens do e-commerce é a quantidade de dados em tempo real disponíveis para medir o progresso de qualquer campanha. Se você quiser aproveitar esses dados para otimizar uma campanha para o sucesso, você deve ter fortes habilidades analíticas para analisar estes dados e tomar decisões inteligentes para cumprir os objetivos das suas campanhas;

4 – Paixão: Embora a paixão não seja uma característica específica da carreira no e-commerce, é uma das razões fundamentais para o sucesso da pessoa em aprender e alavancar seus negócios. Como compartilhado por vários líderes de pensamento, a paixão determina seu sucesso e felicidade para qualquer coisa que você faz em sua vida e o e-commerce não é uma exceção;

5 – Aprendizagem rápida: o e-commerce é um dos campos mais dinâmicos em termos de mudanças no momento. Quão rápido você pode se adaptar às mudanças no meio digital irá determinar o quão bem você pode estruturar e executar campanhas  com mais sucesso;

6 – Disposição para experimentar: não há regras fixas sobre o meio digital e não há limites para o sucesso neste meio. Sua capacidade de experimentar e realizar testes constantemente será crucial na elaboração de estratégias e na execução de campanhas;

7 – Conforto com a tecnologia: enquanto você não precisar ser programador ou possuir habilidades técnicas fortes, a tecnologia desempenha um papel importante no e-commerce. Por exemplo, você pode multiplicar a eficiência das campanhas ou medir o desempenho por meio da tecnologia.

Conclusão:

As empresas que hoje precisam alavancar suas vendas não podem negligenciar as mídias digitais. Saber posicionar sua marca para o público certo pode fazer a total diferença no seu faturamento. O e-commerce já é uma realidade, o comportamento do consumidor mudou e você precisa entender essa nova dinâmica para realizar suas vendas com mais eficiência.

Fonte: E-commerce Brasil

Correios vão simular operação de logística em tempo real na VTEX Day

Os Correios vão realizar uma operação de logística integrada em tempo real durante a VTEX DAY 2017, apresentando na prática como funciona seu novo serviço de e-fulfillment para e-commerce.

Os participantes também poderão conferir a palestra “Legado Olímpico para o comércio eletrônico”, ministrada pelo chefe do Departamento de Soluções Logísticas da empresa, Lemuel Costa e Silva. Ele apresentará as inovações alcançadas pelos Correios com a operação logística dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

O evento contará ainda com o depoimento de Igor Ramon, empresário de Brasília (DF), fundador da loja Kamaleão Color, que contará sua experiência ao entregar todo o seu estoque para ser gerenciado pelos Correios.  A história do empreendedor faz parte da palestra “Logística Colaborativa para o e-commerce”, apresentada pelo gerente corporativo Washington Davi Alves.

Premiados entre os 10 melhores prestadores de serviços logísticos do Brasil no 15º prêmio ILOS e líder na logística do e-commerce nacional, os Correios entregam 33,2 milhões de objetos/dia e são responsáveis pelas maiores operações logísticas no Brasil.

Fonte:  E-commerce Brasil

A maxiPago! estará presente no Vtex Day, no estande da Rede =)

Venha conversar com nossos executivos, bater um papo sobre o mercado e conhecer nossas soluções. Nosso gateway está preparado para ajudar seu negócio a lucrar ainda mais!

O Vtex Day acontece nos dias 30/05 e 31/05. Para adquirir ingressos acesse: http://ingressosvtexday.vtex.com

 

4 ferramentas importantes para gestores de e-commerce

Sempre comento sobre ferramentas que podem ajudar – e muito! – gestores de e-commerce. Todas elas podem otimizar o seu trabalho, fazer render o seu tempo, além de melhorar o seu dia a dia com a loja virtual.

1. Criação de Landing Pages

Uma das tarefas que mais consomem o tempo dos profissionais gestores de lojas virtuais é a criação de landing pages. Isso ocorre devido ao grande número de produtos, variações de modelos, promoções, dentre outras coisas.

Por isso, para otimizar o tempo, uma das ferramentas mais eficientes para gestores de e-commerce é o Unbounce. Contudo, existem outras ferramentas também como RD, o KlickPages, Lead Lovers, dentre muitas outras.

A essência é usar uma ferramenta de gestão de landing pages, para que as suas páginas, campanhas, hotsites e promoções sejam implementadas rapidamente. Por exemplo, durante a última Black Friday, pude constatar que vários clientes sofreram para implementar landing pages, sendo que, com essas ferramentas, o serviço poderia ter sido feito em questão de um dia ou até 4 horas.

2. Monitoramento de redes sociais

O Cyfe é uma das ferramentas para gestores de e-commerce mais agregadoras, pois com ela você consegue ter uma visão clara de tudo o que acontece dentro da sua loja virtual. Como por exemplo: tempo de atendimento, abandono de carrinho, número de visitantes, número de seguidores nas redes sociais, etc.

Ela conecta várias outras ferramentas e proporciona ao gestor um dashboard em tempo real com informações das redes sociais, Zendesk, Google AdWords, entre outros, proporcionando assim uma gestão rápida e intuitiva para tomadas de decisões eficientes e assertivas.

3. Acompanhamento do seu aplicativo nas App Stores

A Appannie é uma opção dentre as ferramentas para gestores de e-commerce que monitora o posicionamento do seu aplicativo nas principais app stores, como Google Play e Apple Store, de acordo com alguns termos. Por exemplo, se sua loja virtual vende artigos esportivos, logo, você pode pesquisar seu posicionamento de acordo com palavras como futebol, basquete, natação, etc. Assim, você consegue gerenciar se está crescendo ou caindo.

4- Ferramenta de mensuração

Quem tem uma loja online deve saber analisar todos os dados que você tem. Para isso, é imprescindível ter uma ferramenta para mensurar. A maioria das plataformas fornecem algumas estatísticas, mas ainda assim é preciso ter uma ferramenta que mostre quantos acessos a sua loja online teve, quantos acessos por canal e quebrar essas informações de forma que elas fiquem bem específicas.

Nesse caso, o mais indicado é utilizar o Google Analytics, que é uma ferramenta gratuita e bem detalhada. Com os dados coletados por meio do G.A você consegue saber quais canais mais convertem, qual caminho o seu lead está percorrendo, qual o ticket médio do seu produto e usar toda essa visão para melhorar a sua estratégia e os investimentos.
Fonte: E-commerce Brasil

Sobre a maxiPago!

Assim como você tem ferramentas para ajudar no dia a dia da divulgação do seu negócio é preciso ter quem cuide das suas vendas e processe seus pagamentos.

Você pode contar com a maxiPago! para processar os principais meios de pagamento, além de trazer soluções que vão ajudar a diminuir custo operacional e apresentar novas possibilidades de venda, como o envio de Ordens de Pagamento, com o checkout 2.0.

Venha nos conhecer e ver tudo o que podemos fazer por você: www.maxipago.com

As tendências do varejo para os próximos 5 anos

A mais longa e profunda recessão que se abateu sobre o País atingiu em cheio o varejo e mudou a forma de o brasileiro consumir. “Com a crise, parecia que o mundo ia acabar. Não acabou, mas se transformou”, disse Márcia Sola, diretora de Varejo e Shopping do Ibope Inteligência.

No início do mês, a especialista apresentou a uma plateia de empresários do setor de comércio e serviços um estudo sobre a perspectiva do varejo para os próximos cinco anos. Durante o 2º Simpósio de Varejo e Shopping, realizado pela Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop) em Punta Del Este, no Uruguai, Márcia apontou as cinco principais tendências de consumo que devem se consolidar no varejo até 2022. Algumas delas, já em curso, foram captadas por lojistas, que estão se adaptando às mudanças para conquistar novos mercados (veja exemplos abaixo).

Na opinião do presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, grande parte dos lojistas não captou essas tendências porque, nos últimos tempos, esteve ocupada em enfrentar os desafios do dia a dia. Com dois anos seguidos de crise e queda nas vendas, Sahyoun explicou que os empresários do setor – sobretudo os pequenos, que são a maioria nos shoppings – tiveram de correr atrás de capital de giro para fechar as contas do mês.

Em função dessa conjuntura complicada, os investimentos em novos segmentos foram deixados de lado pela maioria dos pequenos lojistas. No entanto, o presidente da Alshop acredita que há um potencial de mercado escondido nas tendências apontadas pelo estudo.

“A crise mudou o comportamento do brasileiro na hora de ir às compras”, observou a diretora do Ibope Inteligência, apontando para o avanço do consumo de produtos reciclados ou usados. Quando a economia ia bem, lembrou a especialista, o consumo estava relacionado com artigos novos. Com a crise, o produto reciclado com cara de novo vem ganhando a cena, destacou. Enquanto o volume de vendas de mercadorias novas caiu 6,1% no ano passado, a maior retração da série iniciada em 2001, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vários sites e lojas físicas de produtos de segunda mão cresceram na faixa de dois dígitos.

Além do aperto no bolso, a venda de itens reciclados foi impulsionada por uma nova visão de mundo, isto é, de um consumo mais consciente. “Reciclar é uma tendência que veio para ficar”, disse Márcia.

Mais de 60. A segunda tendência identificada foi o avanço de consumidores com mais de 60 anos. Em 1997, essa faixa etária reunia 13 milhões de pessoas. Neste ano, 26 milhões; em cinco anos, serão 32 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, segundo a especialista.

Esse público já representa 14% da população, detém 22% da renda e é a faixa etária que mais vai crescer nos próximos 20 anos. “O varejo trata mal esse consumidor, que tem dinheiro e tempo para gastá-lo”, observou Márcia. Como até hoje o comércio e a indústria estiveram voltados para o público jovem, salvo raras exceções, não existem produtos adequados para os que têm mais de 60 anos. “Eles querem mais do que planos de saúde e cruzeiros de navio, querem ser desafiados.”

No polo oposto, a diretora do Ibope Inteligência ressaltou o avanço do mercado infantil como outra tendência ainda pouco explorada no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, um terço das vendas da Target, a maior rede de lojas de departamento do país, é de itens para crianças.

Diferentemente do passado, as crianças são hoje o centro das famílias. “Elas influenciam a decisão de compra dos pais”, afirmou Márcia. Parte dessa mudança, segundo ela, se deve ao fato de o pai e a mãe trabalharem muitas horas por dia e se sentirem culpados pela ausência.

Nicho. Uma tendência importante identificada pelo estudo são os nichos de mercado. Hoje, por exemplo, mais da metade dos brasileiros (53%) está acima do peso e 18% são considerados obesos – o que significa um universo 34 milhões de pessoas. “O varejo não faz provavelmente nada com essa informação”, alertou a especialista. Por falta de produtos feitos sob medida para esses consumidores, muitos preferem comprar em sites internacionais. “O futuro é o mercado de nicho, o varejo especializado. O consumidor não quer nada adaptado.”

A quinta tendência revelada pelo estudo – o bom atendimento – pode parecer óbvia, mas não é para muitos varejistas. Com o avanço do comércio eletrônico e das redes sociais, quando o consumidor vai a uma loja física, ele já tem muitas informações sobre o produto que deseja comprar. Por conta disso, espera algo a mais, isto é, ter uma boa experiência de compra. “O vendedor é o embaixador da marca e poucos lojistas estão preparados”, finalizou a especialista.

 

Fonte: Mercado e Consumo

Lucro x prejuízo nos grandes e-commerces

Vamos tratar sobre um grande “tabu” que envolve o e-commerce brasileiro. Não é de hoje que volta e meia nos deparamos com notícias sobre o prejuízo nas grandes operações de e-commerce nacional.

As notícias assustam, deixando receosos os pequenos e médios empresários que imaginam a entrada no e-commerce como uma grande oportunidade para aumentar dos rendimentos de suas empresas.

Falando em números de 2016, a expectativa de crescimento do e-commerce era de 8%, e esse número chegou a 7,4%, atingindo 48 milhões de consumidores que compraram no comércio eletrônico pelo menos uma vez.

Por que as grandes empresas estão no vermelho?

Mas se o e-commerce cresce tanto, por que as grandes empresas estão no vermelho? Vamos voltar um pouquinho para uma notícia de 2014. No primeiro semestre deste ano, o Ebitda da Dafiti estava em R$ 100,2 milhões negativos.

Isso não foi motivo para preocupação, ao menos no discurso dos líderes da empresa, que enxergam a internet como um mercado pequeno para o varejo de moda no Brasil. O grande objetivo da marca é o alcance de Market Share.

Outro exemplo, ainda na moda, é a Netshoes. Apesar de saltos expressivos de receita e de já ter atraído mais de R$ 600 milhões de fundos de investimento, a empresa, fundada em 2000 e uma das pioneiras do varejo virtual no país, nunca deu lucro.

Nesse cenário, uma questão vem à tona: até onde vai o fôlego da Netshoes? “Ninguém aqui quer construir uma empresa que não pára em pé”, diz o fundador e CEO, Márcio Kumruian. “Uma companhia só é reconhecida quando consegue provar que se tornou sustentável”.

Estratégias das grandes empresas

“A empresa tem um caminho sustentável e um time muito capaz para executá-lo.” disse Nicolas Szekasy, sócio-diretor da Kaszek Ventures (que investiu em lojas como Netshoes e Beleza na Web), reforça que a velocidade está de acordo com os planos traçados pelos fundos envolvidos.

“Todos têm a consciência de que o e-commerce tem um tempo diferente”, diz. “A companhia tem um negócio principal muito sólido, capaz de financiar a criação de ativos fortes e rentáveis num futuro bem próximo.”

Não é à toa que em ambas as empresas já se enxergam novos negócios e novas marcas. Como a Zattini na Netshoes, e o marketplace da Dafiti, muitas marcas próprias que com uma margem maior, vem no objetivo de utilizar essa enorme fatia de mercado que as empresas criaram nos últimos anos, para a partir disto virar o jogo no lucro.

Conquistando seu lugar no mercado

Mas já existe no cenário das grandes empresas quem está conseguindo reverter esse prejuízo e ainda continuar conquistando uma grande fatia de mercado. A Magazine Luiza aumentou as vendas em 8,3% no ano passado, com destaque para o canal de e-commerce.

O canal digital da companhia apresentou crescimento de 32,2% em 2016, contra um aumento de 9,8% registrado em 2015. No quarto trimestre, as vendas do e-commerce atingiram um recorde de 26,3% nas vendas totais da empresa, por crescer 41,4% no último período do ano. Segundo a empresa, o porcentual é o maior já registrado.

Esse crescimento deve-se ao aumento do tráfego e das vendas dos canais mobile, principalmente do app, que já conta com 4,5 milhões de downloads; aumento das vendas nos mercados atendidos pelos 9 Centros de Distribuição regionais, já totalmente integrados desde 2014; aumento da conversão reflexo da ampliação da utilização do sistema proprietário de recomendação; do crescimento da venda de novos canais e da Black Friday.

Outra que também teve lucros significativos foi a Saraiva, onde um dos destaques do primeiro trimestre de 2016 foi o crescimento de 10% nas receitas brutas do e-commerce em comparação ao mesmo período no ano anterior.

A participação no total de receita bruta das operações do site, em relação ao total das operações varejistas do grupo ficou em 32% no primeiro trimestre de 2016. No mesmo período no ano anterior, essa relação era de 29%.

As vendas líquidas obtidas nesse canal somaram R$ 158 milhões no período, crescimento de 2,9% em comparação ao mesmo período de 2015.

Modelos de negócios diferentes

Em resumo, temos que entender o modelo de negócio e objetivos de cada companhia, fica evidente que algumas delas não têm se importado com o prejuízo visando o alcance de uma fatia de mercado maior e um impulsionamento no mercado.

Lembrando que se esse não é o objetivo da sua empresa, o e-commerce é sim um negócio rentável e já temos exemplos de que fechar o ano no azul é trabalhoso, mas possível se esse for o foco da sua companhia.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/lucro-x-prejuizo-nos-grandes-e-commerces

Republicado com autorização do autor. Originalmente publicado em: https://www.souhibrido.com.br/lucro-prejuizo-nos-grandes-ecommerces

 

A maxiPago! é o gateway de pagamentos da Rede – empresa do conglomerado Itaú Unibanco. Com a maxiPago! você passa a ter em uma única integração acesso ao:

– Gateway de Pagamentos
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Além de ser multiadquirente e contar com uma capacidade de processamento de mais de 5 mil transações por segundo, a maxiPago! oferece as funcionalidades abaixo:

 

  • Boleto – com os bancos: Itaú, Citi, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil, Caixa e Santander;
  • Boleto Registrado: com o banco Itaú;
  • Cancelamento / Estorno On-line;
  • Cobrança recorrente flexível;
  • Envio de cobrança por e-mail e pagamento utilizando estrutura PCI da maxiPago!;
  • Inclusão gratuita de blacklist através do Portal do Cliente;
  • Pagamento estilo “one click buy”;
  • Pagamentos autenticados pelo emissor (3DS – cartão de débito e crédito);
  • Pagamento com dois cartões;
  • Pagamentos com moedas estrangeiras;
  • Portal do Cliente (dashboard) com as principais funcionalidades do nosso gateway disponíveis.

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Vendas no varejo caem 2,3% mas e-commerce tem crescimento recorde de 26,7%, diz Mastercard

Embora as vendas totais do varejo continuem a cair, há alguns sinais de melhora desde o início do ano, de acordo com o SpendingPulse, indicador de varejo da Mastercard – lideradas por um “boom” no e-commerce.

O relatório afirma que as vendas totais no varejo, exceto automóveis, materiais de construção e restaurantes, encolheram 2,3% em janeiro, em comparação ao mesmo período de 2016. Mesmo assim, houve alguns sinais de que os gastos estão aumentando: as vendas caíram 2,8% nos últimos três meses em relação ao mesmo período do ano passado, acima da queda de 4,6% ano a ano, registrada no quarto trimestre de 2016.

Sobre o desempenho das regiões brasileiras, o Sudeste (1,3%) teve desempenho acima da média, enquanto Norte(–3,3%), Nordeste (–4,0%), Sul (–4,5%) e Centro-Oeste (3,3%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Enquanto as vendas totais ainda encontram um ambiente instável, o e-commerce não só continua a se destacar como também registrou o mais expressivo crescimento desde fevereiro de 2014, expandindo 26,7% em comparação a fevereiro do ano passado, sendo este o oitavo mês consecutivo de ganhos no setor. Considerando os últimos três meses, as vendas do canal cresceram 19,3% comparadas ao ano passado, e acima dos indicadores do quarto trimestre de 2016.

Em fevereiro, cinco setores tiveram desempenho acima da média nas vendas totais: supermercados, produtos farmacêuticos, materiais de construção, combustíveis e artigos de uso pessoal e doméstico. Por outro lado, móveis e eletrônicos, vestuário e também restaurantes, o mais recente setor incluso no indicador, ficaram atrás das vendas totais. Entre os setores de vendas online, eletrônicos e móveis tiveram forte desempenho, enquanto vestuário, hobbies & livraria e produtos farmacêuticos ficaram abaixo do crescimento do e-commerce.

“O ambiente econômico permanece desafiador, mostrando um panorama de desemprego crescente o que, consequentemente, impacta negativamente a massa salarial. Mesmo com esse cenário, é importante pontuar que a confiança do consumidor teve um importante crescimento em fevereiro, comparada a janeiro de 2017”, afirma Kamalesh Rao, Diretor de Pesquisa Econômica da Mastercard Advisors. “Nesse cenário, há a probabilidade de haver uma retomada gradual do varejo durante os próximos meses”, acrescenta Rao.

Fonte: E-commerce Brasil

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7 tendências do varejo on-line que você ainda pode aplicar em 2017

Com a alta, é natural que novos empreendedores sintam-se atraídos por esse mercado e decidam abrir um negócio online, acirrando ainda mais a concorrência entre as lojas virtuais já existentes.

Neste cenário, para se manter competitivo, é essencial acompanhar e implementar com rapidez as tendências que referenciam e criam linhas de base para o varejo digital como um todo. Novas tecnologias têm contribuído para que clientes tenham experiências mais ricas, e que ofereçam rentabilidade aos varejistas.

Abaixo, listamos sete tendências para o lojista continuar no páreo em 2017:

Compras on-line serão o novo status quo

À medida que o varejo começa a perceber que os clientes dão preferência à conveniência e à comodidade oferecidas pelas compras online, as lojas virtuais trabalham no sentido de individualizar cada vez mais a experiência de compra, com a oferta de produtos relevantes, promoções exclusivas e o atendimento em tempo real.

Análises serão em tempo real

Este tipo de mensuração fornece uma visão aprofundada e de maior alcance sobre conversões e comportamento do cliente. Liderando as mudanças, há softwares como o Kissmetrics, Mixpanel e Hubspot, que permitem rastrear todos os canais de vendas e fontes de conversão possíveis, seguindo-os de suas origens até o resultado final. Essas informações devem ser usadas para melhor entender o comportamento de compra dos clientes e realizar as alterações necessárias para aumentar conversões.

Atendimento ao clientes será em live action

Quanto mais engajados estiverem os consumidores, maiores as chances de realizarem uma compra.

Para isso, existem diversas interações que podem ser realizadas ao vivo, como citar nominalmente os clientes no blog, responder perguntas por meio de vídeos ou postagens no blog, atualizá-los por e-mail, newsletter ou redes sociais, postar conteúdos relevantes com frequência, otimizar interação na loja e enviar ofertas especiais aos clientes mais fiéis.

Softwares de atendimento, como o Zendesk, possibilitam uma interação ativa, por meio de perguntas e respostas em tempo real, em diversos canais, como chat on-line, redes sociais, chamadas telefônicas e SMS, inclusive durante o processo de compra, para auxiliar os consumidores não acostumados ou inseguros.

O uso de dispositivos móveis atingirá novas alturas

Cada vez mais, as pessoas estão utilizando smartphones e tablets para efetuar compras online. Porém, todo o potencial que esse novo mercado abre, está, ainda, longe de ser explorado satisfatoriamente.

Os dispositivos servirão de catalisadores para levar as empresas a uma nova era, em que o foco estará voltado para a satisfação do cliente. Todo varejista deverá investir em plataformas de e-commerce que estimulem a aproximação dos consumidores.

Vendas serão ancoradas nas redes sociais

Ferramentas como a Soldsie permitem obter valiosas referências de alta conversão a partir de redes sociais, ajudando o lojista a melhorar seu ROI.

Já a Curalate possibilita a medição das vendas originadas das plataformas mais visuais, como o Instagram e Pinterest, com algoritmos que identificam imagens e quantificam a presença da empresa nessas redes, além de comparar o desempenho perante a concorrência e descobrir usuários mais ativos.

Entregas no mesmo dia devem estabelecer um novo padrão

Muitos varejistas já perceberam que boa parcela dos consumidores gosta de receber o item rapidamente, ainda que eles paguem mais por isso.

Entretanto, antes de oferecer esta opção, é essencial analisar o público-alvo, suas demandas e a atual infraestrutura de entrega. Se for possível realizar um investimento para oferecer esse diferencial, realmente valerá a pena. Caso contrário, deve ser considerada uma opção em longo prazo.

Small Data será tendência estratégica 

Se a aplicação de Big Data já está consolidada ao contribuir para melhorias na comercialização e na comunicação com clientes on-line de maneira quantitativa, por meio da coleta de dados em larga escala, o conceito de Small Data ganha mais espaço para se concentrar nos pequenos detalhes.

É como um garimpo minucioso das informações geradas por meio de Big Data para captar percepções dos clientes, entender como pensam e suas motivações intrínsecas. O foco é qualitativo e visa a obter insights inéditos e exclusivos.

Tudo isso deve ser levado em consideração para estar sempre à altura de clientes, cada vez mais bem informados e exigentes.

Ao lado dessas tendências, é importante lembrar que a única constância em tecnologia é a mudança e, nesse cenário, contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça recursos para uma gestão completa e integração em diferentes marketplaces torna-se essencial para enfrentar os próximos desafios.

Fonte: E-commerce Brasil

 

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